quinta-feira, agosto 07, 2014

CAFÉ PARAISO - CASTRO VERDE

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O CAFÉ PARAÍSO, EM CASTRO VERDE
JUNTO DA IGREJA DOS REMÉDIOS
E COM VISTA PRIVILIGIADA SO-
BRE A PLANICIE DOURADA, É UM
ESPAÇO DE ELEIÇÃO PARA PÔR
A LEITURA EM DIA




ou curtir uma caracolada


ou mesmo os deliciosos crepes ,especialidade da casa.





e ainda temos a mais valia de um bom papo com o amigo Jacinto. com a sua afabilidade e forma personalizada de tratar com os clientes, que logo,logo ,se tornam amigos.




FUTEBOL FEMININO - O CASTRENSE NO CAMPEONATO NACIONAL DE PROMOÇÃO DE FUTEBOL DE 11

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A CASA DAS PRIMAS QUE VEM
SEGUINDO A EQUIPA FEMININA
DO CASTRENSE, ESTÁ FELIZ
EM ANUNCIAR....


FUTEBOL FEMININO
Como se sabe a equipa feminina do CASTRENSE vai esta época de 2014/15 a iniciar,, , disputar o campeonato nacional de Promoção de futebol de 11, e foi incluída na serie D .......ÉPOCA 2014 / 2015
CAMPEONATO DE PROMOÇÃO DE FUTEBOL FEMININO

O Campeonato de Promoção de Futebol Feminino cujo sorteio se realiza na próxima 3ª feira dia 12 de agosto 2014, viu o seu inicio antecipado para 14 setembro nas Séries B, C e D, mantendo a Série A o seu inicio para a data inicialmente prevista de 21 setembro devido a ser composta por 10 equipas ao passo que as outras séries terão 11 equipas casos da Série B e C ao passo que a Série D terá as mesmas 12 equipas da época passada.


CLUBES PARTICIPANTES

SÉRIE A
Assoc. Cult. Desp. Recr. PICO REGALADOS
Associação Desportiva Recr. PASTELEIRA
Assoc. Recr. Desp. Cult. GONDIM-MAIA
BOAVISTA Futebol Clube
Casa Povo de MARTIM
Centro Social BONITOS AMORIM
OS SANDINENSES Grupo Desp. Rec. Cultural
REBORDOSA Atletico Clube
Sport Clube FREAMUNDE
União Sport Clube PAREDES

SÉRIE B
Associação Desportiva ARGONCILHE
Clube Futebol CANELAS 2010
Clube Futebol S. FÉLIX MARINHA
FIÃES Sport Clube
Mocidade Desportiva EIROLENSE
SEIA Futebol Clube
Sport Marítimo MURTOENSE
União Desportiva SOUSENSE
União Recreativa FERREIRENSE
VILA Futebol Clube
VISEU 2001 – Associação Desportiva Social Cultural

SÉRIE C
Associação Desportiva BOBADELENSE
Associação Desportiva POIARES
BEIRA BAIXA United Clube
Futebol Clube “OS BELENENSES”
Grupo Desportivo “OS VIDREIROS”
LORDEMÃO Futebol Clube
REAL Clube BRASFEMES
União Desportiva ROSSIENSE
Sport União SINTRENSE
União Desportiva PONTE FRIELAS
União Recreativa CADIMA

SÉRIE D
Associação Desp. Cult. ENCARNAÇÃO OLIVAIS
Clube Atlético CULTURAL (Pontinha)
Clube Desportivo OLIVAIS MOSCAVIDE
Clube Futebol Feminino ESTORIL-PRAIA
Clube Futebol “OS BELENENSES”
Clube OLIMPICO MONTIJO
ESCOLA Futebol Feminino SETUBAL
Futebol Clube CASTRENSE
Grupo Desportivo MALVEIRA SERRA
GUIA Futebol Clube
PAIO PIRES Futebol Clube
QUINTAJENSE Futebol Clube

A CASA DAS PRIMAS deseja à jovem equipa do CASTRENSE o maior êxito, força EQUIPA, VOCÊS PODEM, já provaram.

terça-feira, agosto 05, 2014

RECORDANDO 0 I ENCONTRO DE VIOLAS DE ARAME EM CASTRO VERDE

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HOJE, A CASA DAS PRIMAS RECORDA UMA
CRÓNICA AQUI PUBLICADA, DO I ENCONTRO
DE VIOLAS DE ARAME, REALIZADO EM 2009
EM CASTRO VERDE NO ÂMBITO DO FESTIVAL
MEDITERRÂNICO, SETE SÓIS SETE LUAS.

Eis pois a crónica que então publiquei:

"OFICINA DE VIOLAS DE
ARAME, UM EVENTO DE
EXCELÊNCIA NO PROGRA-
MA DOS "SETE SÓIS"

A matéria da crónica de hoje sobre os "Sete Sóis" versa sobre, o que foi para mim, o evento mais conseguido, mais completo, mais eficaz, do ponto de vista das consequências para o futuro, que foi o Encontro de violas de arame, ou a designação escolhida para o Programa dos "Sete Sóis", o de "Oficina de Violas de Arame".

A viola portuguesa chegou aos nossos dias sob várias designações, tais como: Braguesa,Ramaldeira,Amarantina,Toeira,de Arame,da Terra,Campaniça e até mesmo a Caipira de Minas Gerais.

A Oficina de Violas decorreu na Antiga Fácrica de Moagem Prazeres e Irmão, durante 3

dias,numa organização da Pedro Mestre-Viola Campaniça Produções Culturais integrado na Programação dos Sete Sóis.

PEDRO MESTRE DANDO INICIO À "OFICINA"

No primeiro dia, isto é Sexta feira ,11, quando lá cheguei, e fui dos primeiros, confesso que não me tinha ainda apercebido ,nem preparado, para a dimensão do que ia encontrar, vêr e ouvir.


Em duas mesas uma vasta documentação sobre a "Oficina", sobre violas campaniças, notas biográficas sobre os participantes, chaves de afinação das várias violas, enfim, a eficácia da organização da "Pedro Mestre-Viola Campaniça Produções" a tender para a plenitude...



Na pequena sala da "Fábrica", juntaram-se, nada mais,nada menos, que os maiores tocadores de viola "strictu sensu", seja de arame,braguesa,campaniça,da terra e caipira.

Salvo o exagero, este encontro de Castro Verde na "Fábrica", significou para a viola de arame em sentido lato, o que Nashville e o Big Ole Opry nos Estados Unidos, significou e ainda significa para a coutry music nos States.

Naqueles pequenos metros quadrados da antiga fábrica de moagem em Castro Verde, tivémos juntos a tocar e a trocar ideias, virtuosidades e dicas para o futuro, tocadores como: Mestre Manuel Bento,Pedro Mestre,Amilcar Martins da Silva e Márcio Isidro pela viola campaniça alentejana, Vitor Sardinha pela viola de arame madeirense; Rafael Costa Carvalho pela viola da Terra dos Açores e José Barros pela viola Braguesa de Braga.

A metodologia escolhida para o evento, foi a de estender pelos 3 dias a exposição oral e execução prática nas suas violas ,dos tocadores das 4 violas em análise.

Assm, no primeiro dia assistimos à exposição oral dos dois tocadores que vieram das ilhas: O Rafael Costa Carvalho dos Açores , e o Vitor Sardinha da Madeira.

O primeiro foi o Rafael, que nos falou sobre a viola da terra, contando a sua

história, descrevendo a sua composição física, explicando a simbologia das suas

marcas e adereços, enquanto dedilhava exemplificando as técnicas de execução.

Ficámos a saber que a Viola da Terra terá surgido nos Açores na segunda metade do século XV, levada pelos primeiros povoadores.

A Viola da Terra que também é conhecida por Viola de Arame, ou Viola dos Dois
Corações, era, e é, acompanhante natural de todos os cantares festivos,balhos,derriços,desgarradas, desafios e despiques, e também dos devaneios sentimentais, líricos e amorosos.

Por entre risos o Rafael esclareceu ainda que a viola da terra tem um espelho embutido entre a cabeça e a escala, que , explicou, deriva da vaidade dos tocadores açoreanos, que quando se ausentavam de casa para tocar em festas e balhos pernoitando fóra, utilizavam o espelho para se barbearem.

De palavra fácil, discurso escorreito, o Rafael foi explicando que os 2 corações que configuram a boca da viola da terra, simbolizam a saudade do coração que parte, que emigra e a saudade do coração que fica. Os dois corações estão ligados por um cordão umbical a uma lágrima, a lágrima da saudade.
A lágrima tem a forma de um ás de oiros que representa a busca da fortuna, afinal, o objectivo dos emigrantes .

Ao entrar na fase da execução, o Rafael salientou aquilo que faz a principal diferença na técnica utilizada pelos tocadores açoreanos - a utilização do polegar - tocando alguns trechos com grande virtuosismo, arrancando os aplausos conhecedores da sala.


O segundo tocador da tarde do primeiro dia foi o madeirense Vitor Sardinha, que nos veio apresentar a viola de arame.

A viola de arame é a viola da Ilha da Madeira.
Tal como o Rafael, o Vitor Sardinha é também professor de viola ,ele no Conservatório de Música da Madeira, e por isso também habituado a falar em público, revelando-se também ele, um grande comunicador.


Vitor Sardinha esmiuçou também ele a sua viola, integrando-a no grupo mais lato da viola portuguesa.
Instrumento com 9 cordas, com uma afinação do agudo para o grave na sequência ré-si.sol.ré.sol .
Salientou a importância da localização geográfica da Ilha da Madeira, com o seu porto Atlântico e a emigração insular a influenciar decisivamente o toque, os sons e e o timbre da viola de arame madeirense.
Mais perto de Africa e das Canárias do que do Continente, do qual esteve aliás ,longe, aquando da ocupação inglesa, e com uma forte ligação maritima com o Brasil, e Cabo Verde, a viola madeirense bebeu muito das influências tropicais e africanas.

Ficámos ainda a saber que a viola de arame madeirense é o instrumento predilecto para acompanhar as charambas, as mouriscas, o bailinho e o baile da meia volta, este ultimo do Porto Santo.

E Vitor Sardinha passou à execução igualmente virtuosa e dialogante que a todos prendeu, arrancando os aplausos entusiasmados da sala.



No final, do dia, os presentes foram convidados a empunhar as suas violas, e numa

roda de tocadores, onde além dos quatro conferencistas figuravam mestres como Manuel Bento, Amilcar Martins da Silva, Marcio Isidro e outros.

Foi um momento alto da tarde.


No segundo dia da Oficina, voltei à velha sala da`"Fábrica".

Voltaram os dois tocadores insulares a enriquecer o nosso conhecimento, com mais detalhes sobre as suas violas, e a sua arte.

Seguiu-se a primeira apesentação do tocador José Barros a "defender" a sua viola, a braguesa.


Neste segundo dia, houve maior diálogo com a sala, com oportunas intervenções do Prof. Domingos Morais, que ajudaram a preencher lacunas do conhecimento no que concerne às violas.


Ficámos a saber que a viola braguesa é um instrumento popular do noroeste português entre o Douro e o Minho, sendo indispensável nas rusgas minhotas, nas chulas e desafios, as formas músico-instrumentais dominantes na região..

José Barros defendeu com veemência e muito humôr a "superioridade" da braguesa face às irnãs presentes (risos) ,demonstrando na execução que com a braguesa se toca tudo o que existe e o que se quizer.

Tal como na tarde do dia anterior, chegou depois a apetecida roda de tocadores,

soltaram-se os talentos e no ambiente familiar com que sempre decorreu a "Oficina", aconteceu uma festa dos sentidos.






No final dessa tarde , os quatro magnificos tocadores das quatro violas actuaram no Jardim do Padrão, num evento do qual falarei postermente.

No ultimo dia, os dois tocadores das ilhas e o José Barros concluiram as suas intervenções com brilho , e ainda maior virtuosismo.

O Rafael diria no final da sua intervenção que ainda não tinha partido e já tinha saudades de Castro Verde, e disseo com emoção.

Também eu, no decorrer da parte final da roda de tocadores, que como habitualmente

se seguiu ,me apercebi , já ter saudades daqueles momentos mágicos que naquela sala passei, a ouvir os magos da viola de arame.
Têm de voltar.
Prometam!"

segunda-feira, agosto 04, 2014

NOITES AO RELENTO COM A BANDA FILARMÓNICA 1º, DE JANEIRO

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É DA TRADIÇÃO, NO VERÃO, NO MÊS DE
AGOSTO, VOLTAM A CASTRO VERDE AS
NOITES AO RELENTO




Na ultima sexta feira, tivemos na Praça da Republica as primeiras noites deste Verão.
Verão, bem, esta foi uma noite fria e ventosa, mas apesar disso ainda muita gente apareceu .

Actuou a Banda Filarmónica 1º.de Janeiro.


A Banda é fruto de uma Escola de Música criada em Março de 1983, por iniciativa conjunta do INATEL e da Direcção desta colectividade com o apoio da Câmara Municipal de Castro Verde.

Sendo uma novidade, sobretudo para os mais novos, foram muitos os que aderiram a esta iniciativa, mas passada a azáfama dos primeiros tempos, também foram muitos os que ficaram pelo caminho, contudo, os que restaram continuaram com o mesmo entusiasmo no projecto. Com bastantes dificuldades conseguiu-se adquirir novos instrumentos e arranjar alguns da antiga Filarmónica com a ajuda de algumas pessoas do Concelho de Castro Verde, fazendo com que após 35 anos a Banda Filarmónica voltasse a tocar nas ruas.


Com mais de três décadas de existência e um percurso nem sempre facilitado devido à pouca tradição filarmónica no Concelho, a Banda tem participado em vários Festivais de Bandas pelo País, festas de cariz religioso no estrangeiro,como na Espanha e Suécia, onde realizou cinco concertos em Estocolmo; Slussen; Gustavberg e Siggesta.

No ano de 2008 e em 2010 participamos no Concurso Internacional de Bandas em Vila Franca de Xira.

Durante os primeiros dois anos de existência a banda foi dirigida pelo Sr. Mário Fonseca, nos finais de 1985, essa responsabilidade passou a ser do Maestro Óscar Correia 1º Sargento Músico da banda da Armada, em 1997 ficou o músico e aluno do Conservatório Regional do Baixo Alentejo, Fernando Silva dando em 2005 o seu lugar ao músico André Tomás, também elemento desta Filarmónica. Em Janeiro de 2007 a Banda passou a ser dirigida pelo Professor Ricardo Carvalho, licenciado em Trompete pela Escola Superior de Música de Lisboa e aluno do Conservatório Regional de Lyon (França) e músico de várias Orquestras Nacionais e Internacionais.

O espectáculo desta primeira sessão de Noites ao Relento iniciou-se com o Filipe Prata a apresentar o grupo


A primeira parte do Concerto esteve a cargo da secção juvenil da Banda Filarmónica




que foi aquecendo um pouco mais a Praça, fustigada por um ventinho frio impróprio de Agosto

arrancando os primeiros aplausos da noite.


Depois foi a vez dos mais crescidos


já com com uma assistência bem composta




A arte, a música e o gosto pelamesma venceram o frio, e agora é aguardar pelo dia 15 ,quando terá lugar a 2ª. noite ao relento

domingo, agosto 03, 2014

CASTRO VERDE À NOITE E NO LUSCO FUSCO

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castro verde à noite e
no lusco fusco é diferente...




sexta-feira, agosto 01, 2014

HOJE, EM CASTRO VERDE - NOITES AO RELENTO com FILARMÓNICA 1º..DE JANEIRO

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AGOSTO É O MÊS EM QUE REGRESSAM
TODOS OS ANOS A CASTRO VERDE AS
NOITES AO RELENTO.




Logo à noite, na Praça da Republica vamos ter :

Noites ao Relento

A Banda Filarmónica 1º de Janeiro protagoniza um concerto de verão onde serão interpretados temas de diferentes géneros musicais e de diferentes épocas, que sabe bem relembrar.


Praça da República | 21h30

Organização: Câmara Municipal de Castro Verde.
Colaboração: Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro

quinta-feira, julho 31, 2014

CRÓNICA DAS NOITES DE SANTIAGO , em ENTRADAS

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ENTRADAS É UMA TERRA MUITO ESPECIAL,
NÃO SENDO VILA, NEM CIDADE, TEM UMA
VIDA CULTURAL MUITO ACTIVA E DE GRAN-
DE QUALIDADE.


Ao longo do ano ,Entradas oferece-nos alguns eventos que há muito ganharam prestigio que extravasaram os limites da localidade, a nível regional ,mas também nacional.

As ENTRUDANÇAS, evento que celebra o Carnaval, traz a Entradas gente, sobretudo jovens de todo o País e mesmo do exterior, nomeadamente da Suiça, ,de França e de Espanha, que na sua maioria ,acampam durante os 3 dias do Programa num espaço disponibilizado e preparado para o efeito,


Mas temos também a FEIRA DE ENTRADAS, renascida nos últimos 2 anos , e os eventos organizados MUSEU DA RURALIDADE, ultima jóia da
coroa .em boa hora criado para albergar os instrumentos utilizados nos trabalhos rurais e que fazem a História do Alentejo, mas que a criatividade e a ousadia do seu director Miguel Rego, acrescentou a mais valia da ligação directa aos habitantes da terra , através da realização de serões na chamada "taberna" do Museu, com ensaio de grupos corais convidados, noites de poesia popular, workshops de cante,artesanato,dança e outras.

E falando em mais valias de Entradas, não posso deixar de referir a magnifica oferta de bons restaurantes, que são mesmo uma marca da terra, e que atrai gente que vem de propósito de Lisboa e do Algarve só para se deliciar com a incomparável sopa de cação, as bochechas de porco preto ou as migas de espargos, da "Cavalariça" ou do "Celeiro"

Ah, e deixem-me falar duma figura incontornável de Entradas, falo do amigo Napoleão Mira, um apaixonado da sua terra, que enveredando pela escrita, já vai em três obras publicadas e já algumas mais em projecto.

E chegamos às NOITES DE SANTIAGO, a festa de 3 dias dos finais de Julho, esta de que vos falo hoje.

O evento, tendo referência religiosa, com procissão a desfilar pela localidade, tem sobretudo na música , no cante polifónico ,no artesanato e na restauração a base do seu programa.

Fico pessoalmente muito agradado com a inclusão no programa do encontro de grupos corais, pois sendo o cante marca indelével da cultura alentejana, tal item não deveria faltar nas festas e romarias que por aí pululam no verão da região.
Infelizmente já é raro ver cante polifónico na maioria dessas festas.

Mais uma vez, no primeiro dia se celebrou a festa de aniversário do Polo de Entradas da Bibiblioteca Manuel da Fonseca de Castro Verde, com o bolo tradicional e com as pinturas faciais para os mais novos.



No Espaço das "Noites" foram muitas as tendas de vendas de artesanato,





restauração


aves da região


Como referi atrás, a Festa tem também uma componente religiosa, então pelas ruas de Entradas desfilou também uma procissão




E ao fim da tarde do 3º. e ultimo dia, realizou-se um Encontro de Grupos Corais Alentejanos, afinal ,a marca d'água do Alentejo.

Como tem vindo a acontecer ao longo dos anos, o Encontro iniciou-se com o desfile dos Grupos presentes, a começar pelo grupo da casa, o GRUPO CORAL FEMININO AS CEIFEIRAS DE ENTRADAS:


Infelizmente ,por deficiência no estabilizador da minha câmera ,os dois vídeos que captei ,quer do desfile, quer da acuação em palco das CEIFEIRAS, ficaram com imagens gralhadas, pelo que lhes peço desculpa


Desfilou então o GRUPO CORAL DA SENHORA DAS NEVES




ACTUANDO POR FIM NO PALCO COM MUITOS APLAUSOS


Iniciou então o desfile o GRUPO CORAL FEMININO DE VIANA DO ALENTEJO





E TAMBÉM EM PALCO


Desfilou por fim o GRUPO CORAL AMIGOS DO ROSÁRIO




E POR FIM NO PALCO



E foi mais uma edição das NOITES DE SANTIAGO.

As imagens vídeo não estão boas devido à tal mal-function do estabilizador, decidi publicá-las porém dada a importância para memória futura, ficando apenas de fóra as relativas às CEIFEIRAS DE ENTRADAS, essas mesmo totalmente gralhadas.
Para o ano espero voltar.


domingo, julho 27, 2014

FESTA DE VERÃO DE NEVES DA GRAÇA


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NÃO´ME QUERO REPETIR, MAS QUERO
AQUI ASSUMIR QUE TENHO MUITO
CARINHO POR NEVES DA GRAÇA E
QUE CURTO BASTANTE ESTAR PRESEN-
NAS SUAS FESTAS.


NEVES DA GRAÇA é uma localidade da freguesia de Santa Barbara de Padrões, concelho de Castro Verde.
É uma terra pequena ,ao que me dizem tem só 75 habitantes.


Mas nestes dois ultimos dias, nas Festas de Verão , estiverem presentes, comeram,beberam, dançaram e cantaram , bem mais que os 75 da estatistica oficial.



Voltei este ano a estar presente, ainda que só no segundo dia, e voltei a sentir o clima de grande entusiamo e familiaridade de todos .



Ésta festa, esta data, é um referencial, para marcação de férias, especialmente para os muitos filhos da terra que mourejam no estrangeiro, desde logo ,os daqui de Neves da Graça, maioritàriamente na Suiça.


Este ano a festa teve a animação do costume, e o espaço do chamado "Rossio" da terra, esteve sempre bem preenchido.


Do palco improvisado chegou a música, e na "pista" as coreografias entregues aos pares, empolgaram e aumentaram a claridade da noite quente de Verão.



Mais uma vez tive o previlégio de ser envolvido pelo carinho das gentes de Neves da Graça, onde a quantidade de meus sobrinhos atingiu a dezena e meia.

Mas a festa não teve só "balho" teve também o som regional do Alentejo,o seu ex-libris, o cante alentejano, que está prestes a ser muito justamente considerado Património Imaterial da Humanidade.

E quem o trouxe à Festa de Neves da Graça foi o Grupo Coral Feminino as Ceifeiras da Semblana
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as condições técnicas não foram as melhores, pois para ouvir o cante seria o ideal o silêncio, mas, claro, num ambiente de baile tornou-se difícil consegui-lo na totalidade, porém a qualidade da actuação das bravas ceifeiras superou a dificuldade, e ei-las para memória futura.



Uma nota de reportagem deliciosa, foi o momento em que o do palco foi anunciado que que estava alguém entre nós que festava o seu aniversário, em unissono todos entoaram os "parabéns a você" à aniversariante, e aqui deixo as imagens



Depois o balho continuou, noite fóra, cada vez mais animado




Para o ano eu volto, prometo.