sexta-feira, outubro 19, 2007

FEIRA DE CASTRO - EM DIRECTO

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Este primeiro dia de Feira foi já muito animado.
Já com as barracas, os restaurantes, os carroceis, as pistas de carros montados, começaram a aparecer as pessoas e a animação ao fim da tarde e noite foi já viva e barulhenta.

Este ano a Câmara proibiu a instalação de barracas e bancas na Rua Fialho de Almeida (a rua do Cine Teatro) que nos anos anteriores estaja pejada de vendedores de tudo e mais alguma coisa, e por onde tradicionalmente toda a gente passa a caminho do Largo da Feira, servindo de ponto de encontro de familiares e amigos que já se não vêem há muito, ou nalguns casos ,desde o ano passado.

Vamos vêr se amanhã Sábado se cumpre a proibição...

Os espectáculos pròpriamente ditos, tiveram inicio à noite no Cine Teatro.
Por motivos de força maior o Grupo de Adufeiras não pôde comparecer, tendo sido substitído pelo cantor ANTÓNIO ZAMBUJO.

ANTÓNIO ZAMBUJO

UM MOMENTO DA ACTUAÇÃO DO ANTÓNIO ZAMBUJO, NA FEIRA DE CASTRO

O António Zambujo nasceu em Setembro de 1975, em Beja. Cresceu a ouvir os cantares alentejanos, cantares esses que mais tarde viriam a ter influência na sua formação musical. Apaixonou-se pelo fado, tendo como referências Amália Rodrigues, Maria Teresa de Noronha, Alfredo Marceneiro, João Ferreira Rosa, entre outros.

Inicia a carreira de fadista no Clube de Fado em Alfama (Lisboa).

Em 1999 é convidado por Filipe La Féria a integrar o Musical “Amália”, onde desempenhou o papel de primeiro marido de Amália durante 4 anos, tendo passado pelos palcos do Teatro Politeama, Teatro São Luiz, Coliseu do Porto, Fabrica do Inglês, Coliseu de Lisboa, Casino do Estoril e outras salas do País
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O espectáculo, na sala repleta do Cine Teatro, começou com uma soberba actuação dos GANHÕES DE CASTRO VERDE, que uma vez mais trouxeram qualidade e entusiasmo.

O ANTÓNIO ZAMBUJO levou a sala ao rubro. Nunca tinha tido o privilégio de o ouvir e vêr ao vivo, e fiquei muito impressionado com a qualidade da sua voz e a sua presença em palco.
O público obrigou-o a regressar ao palco e a cantar para além do alinhamento, brindando-o com uma estrondosa ovação.

Acabou este primeiro espectáculo com o excelente grupo MAIO MOÇO, que ao dar uma
volta musical pelo país todo, com especial enfase para o Alentejo, agradou bastante à já aquecida plateia, tendo arrancado merecidos aplausos.

Aguardemos agora o que nos vai trazer o dia de amanhã, que começará com a Arruada do Grupo Filarmónico 1º.de Dezembro de Castro Verde, a começar pelas 11 horas.
Vamos participar e dar notícia do que ocorrer.

É HOJE QUE COMEÇA A FEIRA DE CASTRO

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Logo pela mahã, fui ao Largo da Feira, e foi esta a imagem que colhi



Já muitas das barracas instaladas, e muitas outras a chegar.

O nosso blog vai estar em directo nestes 3 dias de Feira, e vai dando notícias e transmiindo imagens especialmente para os Castrenses que não vão poder estar presentes.
Para os alentejanos que nos costumam lêr em Geneve ,na Suiça, para os de Toronto, no Canadá, para os de Pittsburg, Syreacuse, nos Estados Unidos, para os de Lyon e Paris em França, para os do Rio de Janeiro, Manaus, São Paulo e Salvador no Brasil, e para os do Feijó, Fogueteiro, Torre da Marinha, Corroios, Amadora, Lisboa ,etc, vamos oferecer a possibiliadde de "vêr" o que se esrá a passar.

Hoje à noite vamos ter, às 21 horas , no Cine Teatro, os GANHÕES DE CASTRO VERDE,AS ADUFEIRAS DE MONSANTO, E o grupo MAIO MOÇO.

quinta-feira, outubro 18, 2007

MAIS "FALARES" USADOS NO ALENTEJO

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CONTINUAMOS HOJE A
DIVULGAR A RECOLHA
DE ZÉ ARSÉNIO

-Abalar de escalho tapado - abalar à pressa sem dizer nada
- É como ensaboar a cabeça a um burro - Pessoa que faz ao contrário aquilo que lhe dizem e ensinam
-Encher a mula -Encher a barriga, comer muito
-Que grande esticão - Grande caminhada.
-Cair da burra abaixo - conhecer que foi enganado.
-Cagufe - Ter medo.
-Galguêra - Tariba cama improvisada.
-Arrotile logo - Responder a alguém para mostrar que não se tem medo.
-Albardas tudo o que fazes - Fazer muito e mal feito

LETRAS DE MODAS ALENTEJANAS

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BATE AS PALMAS MARIANITA

Mariana, falar contigo
Seja aqui ou onde for
Tu é que és a minha amada, queridinha
Tu é que és o meu amor

Bate as palmas, Marianita
Bate as palmas, meu amor
Tenho corrido, não acho, queridinha
Uma tão linda flor
Uma tão linda flor
Uma flor tão mimosa
Bate as palmas, Marianita, queridinha
Bate as palmas linda rosa

Ó rosa tu não consintas
Que o cravo te ponha a mão
Uma rosa enxovalhada, queridinha
Já não tem aceitação

Bate as palmas Marianita
Bate as palmas meu amor

preliminares

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Depoimento do cidadão atropelado

O Sr. Zé, cidadão deste País, pensou bem e decidiu que os ferimentos que sofreu num acidente de trânsito eram sérios e suficientes para levar o condutor do outro carro a tribunal.
No tribunal, o advogado do réu começou a inquirir o Sr. Zé:
- O Senhor não disse, no local do acidente, "Estou óptimo"?
O Sr. Zé responde:
- Bem, vou contar-lhe o que aconteceu. Eu tinha acabado de colocar minha mula favorita na camioneta...
- Eu não pedi detalhes. - Interrompeu o advogado - Responda só à pergunta. O senhor não disse na cena do acidente, "Estou óptimo"?
- Bem, eu coloquei a mula na camioneta e quando estava a descer a rua...
O advogado interrompe novamente e diz:
- Sr. Dr. juiz, estou a tentar estabelecer os fatos neste tribunal. Na local do ocorrência, este homem, disse ao guarda da GNR que estava bem. Agora, várias semanas após o acidente, processou o meu cliente. Isso é uma fraude.
Por favor, poderia dizer-lhe que simplesmente responda à pergunta?
Mas, nessa altura, o juiz estava muito interessado na resposta do Sr. Zé e disse ao advogado:
- Eu gostaria de ouvir o que ele tem para dizer.
O Sr. Zé agradece ao juiz e prossegue:
- Como eu estava a relatar, coloquei a mula na camioneta e quando estava a descer a rua, um outro camião avançou com o sinal vermelho e abalroou-me lateralmente. Fui projectado para fora do veículo ficando num dos lados da via e a mula foi lançada para o lado oposto.
Muito ferido e sem poder mover-me eu ouvia a mula a zurrar muito. A avaliar pelo barulho que fazia, percebi que o seu estado era muito mau.
Entretanto, logo após o acidente, os guardas da GNR chegaram ao local. Ao ouvirem a mula naquele pranto, um deles foi até onde ela estava e depois de dar uma olhadela pegou na pistola e atirou três vezes, atravessou a estrada
com a arma na mão, olhou para mim e disse:
- A sua mula estava muito mal e eu tive que atirar nela. E o Senhor como se está a sentir?
- O que é que o Sr. Dr. Juiz respondia?

quarta-feira, outubro 17, 2007

VILA DE FRADES

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Vila de Frades


Concelho Vidigueira
Área 25,58 km²
População 992 hab. (2001)
Densidade 38,8 hab./km²
Fundação da freguesia 1255


Vila de Frades é uma freguesia portuguesa do concelho da Vidigueira, com 25,58 km² de área e 992 habitantes (2001). Densidade: 38,8 hab/km².

Ruínas do Convento de São Cucufate

Foi vila e sede de concelho independente até 1854. Era constituído apenas pela freguesia da sede e tinha, em 1801, 1 256 habitantes. Em 1836, integrou também a freguesia de Vila Alva. Tinha, em 1849, 2 877 habitantes.

É a terra de nascimento do escritor Fialho de Almeida em 2007 comemoram-se os 150 anos do seu nascimento.

VILA DE FRADES

O sangue rubro dessa sua cor
o seu perfume no seu paladar
tanto Alentejo há no seu sabor
é esse desejo de saber cantar

Vila de Frades já não tem abades
mas tem adegas que são catedrais
os seus palhetos são uns brilharetes
são de beber e chorar por mais

São de beber e chorar por mais
nossas gargantas são os seus caminhos
cantem os melros, cantem os pardais
cantamos nós à festa do vinho

Pacata para sem grandes alardes
também outrora tomada à moirama
branca singela é Vila de Frades
nessa planície linda Alentejana

terça-feira, outubro 16, 2007

PORTEIRINHOS

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RUA DOS PORTEIRINHOS

domingo, outubro 14, 2007

"FALARES" USADOS NO ALENTEJO

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DE REGIÃO PARA REGIÃO
OS TERMOS DE COMUNICAÇÃO
VARIAM ,TEM SIGNIFICADOS
MUITO PRÓPRIOS.
NO ALENTEJO É MUITO VASTA
A LINGUAGEM UTILIZADA.

O ZÉ ARSÉNIO, ALÉM DE
EXCELENTE ARTISTA PLÁSTICO
TAMBÉM SE DEDICA A RECOLHER
ESSE LINGUAJAR.

VAMOS HOJE INICIAR A PUBLI-
ÇÃO DAS SUAS RECOLHAS;

Estender a arpeiragem - Ficar estendido no chão
Bom garfo - pessoa que come muito
É pena andar à semana - pessoa que se faz muito importante
Espernégo-te todo - Dou cabo de ti
Mangorra - perguiçoso

sábado, outubro 13, 2007

preliminares

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O inverno estava rigoroso:
-É pá! tenho tido tanto frio de noite.
-Faz como eu! compra uma botija de água quente! Compras ali na farmácia.
Mais tarde na farmácia:
-Mestre! Quero uma botija de água quente.
-Desculpe mas com este frio vendi todas. Mas se tem um gatinho também serve, ponha-o na cama que resulta.
No outro dia aparece o homem todo arranhado:
-Dê-me um mercúrio para estas feridas
-? mas que lhe aconteceu?
-Meti o gato na cama como me disse. Abrir a boca ainda consegui mas quando foi para o encher de água quente é que foram elas...

quinta-feira, outubro 11, 2007

imagens do alentejo - Porteirinhos

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CASA DOS PORTIRINHOS -AQUI FUNCIONOU HÁ MUITOS ANOS A ESCOLA PRIMÁRIA DOS PORTEIRINHOS

quarta-feira, outubro 10, 2007

os nossos artistas - ZÉ ARSÉNIO

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CASINHAS DO ALENTEJO ,CONSTRUÍDAS E PINTADAS PELO NOSSO AMIGO ZÉ ARSÉNIO, DE CASTRO VERDE.

pensamento do dia

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Meia-idade é quando sabemos todas as respostas e ninguém nos pergunta nada

terça-feira, outubro 09, 2007

CAFÉS DE CASTRO VERDE - CAFÉ PARAÍSO

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O CAFÉ PARAÍSO, SITUADO JUNTO À IGREJA DOS REMÉDIOS, TEM UMA EXCELENTE ESPLANADA E SERVE DELICIOSOS CREPES

segunda-feira, outubro 08, 2007

preliminares

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O professor ao ensinar os verbos:
- Se és tu a cantar, dizes: "eu canto". Ora bem, se é o teu irmão que
canta, como é que dizes?
- Cala a boca, Alberto

ALENTEJANOS do FEIJÒ - de Campo Maior e da Amareleja

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Andar pelo Feijó é encontrar gente do Alentejo
Já aqui o disse, hoje volto ao tema.

À conversa com os amigos alentejanos de São Domingos de Santiago do Cacém e de Moura, comentando o post que editei no nosso blog, fui apresentado a mais dois oriundos da planície.

Um é de Campo Maior , o outro da Amareleja.

Aproveito pis para divulgar a sua terra.

CAMPO MAIOR


Área 247,26 km²
População 8 387 hab. (2001)
Número de freguesias 3
Fundação do município
(ou foral) 1260



Distrito Portalegre

Campo Maior é uma vila portuguesa no Distrito de Portalegre, região Alentejo e subregião do Alto Alentejo, com cerca de 7 900 habitantes.


É sede de um município com 247,26 km² de área e 8 387 habitantes (2001), subdividido em 3 freguesias. O município é limitado a norte e leste pela Espanha, a sueste pelo município de Elvas e a oeste por Arronches.


As freguesias de Campo Maior são as seguintes:


Nossa Senhora da Expectação (Campo Maior)
Nossa Senhora da Graça dos Degolados
São João Baptista (Campo Maior)

História
Certamente foi uma povoação Romana, dominada por Mouros durante meio milénio e reconquistada por cavaleiros cristãos da família Pérez de Badajoz em 1219, que posteriormente ofereceram a aldeia, pertencente ao concelho de Badajoz, à Igreja de Santa Maria do Castelo.

Em 31 de Maio de 1255, D. Afonso X de Leão e Castela, elevou-a a Vila.

O Senhor da Vila, o Bispo D. Frei Pedro Pérez concedeu, em 1260, o primeiro foral aos seus moradores assim como o seguinte brasão de armas: N. Sr.ª com um cordeiro, e a legenda “Sigillum Capituli Pacensis”.

Em 31 de Maio de 1297, através do Tratado de Alcanizes assinado em Castela por D. Fernando IV, rei de Leão e Castela e D. Dinis, passa a fazer parte de Portugal, juntamente com Olivença e Ouguela.

Campo Maior vai pertencer sucessivamente a D. Branca, irmã de D. Dinis, em 1301 ; a D. Afonso Sanches, filho ilegítimo do mesmo rei, em 1312; e novamente a D. Dinis em 1318.

O seu castelo que se ergue a leste da vila foi reedificado por D. Dinis em 1310, e foi no século XVII e XVIII que se levantaram fortificações tornando Campo Maior numa importante praça forte de Portugal.

Como reflexo da influência castelhana em Campo Maior, durante a Revolução de 1383-85, a guarnição militar e os habitantes da vila colocam-se ao lado do rei de Castela, tornando-se necessário que o Rei João I de Portugal e D. Nuno Álvares Pereira se deslocassem propositadamente ao Alentejo com os seus exércitos para a cercarem durante mais de um mês e meio, tendo a ocupado pela força em fins de 1388. D. João II deu-lhe novo brasão: um escudo branco, tendo as armas de Portugal de um lado, e de outro S. João Baptista, patrono da vila.

Em 1512, o rei D. Manuel I concedeu o Foral Novo à vila de Campo Maior.

Desde os fins do século XV, muitos dos perseguidos pela Inquisição em Castela refugiaram-se em Portugal, tendo a população de Campo Maior aumentado substancialmente à custa da fixação de residência de muitos desses foragidos.

A comunidade judaica ou rotulada como tal era tão numerosa na vila no século XVI que nas listas dos apresentados em Autos de fé realizados em Évora pela Inquisição, Campo Maior aparece entre as terras do Alentejo com maior número de acusados de judaísmo.

A guerra com Castela a partir de 1640 vai produzir as primeiras grandes transformações. A necessidade de fortificar a vila que durante os três últimos séculos se desenvolvera acentuadamente para fora da cerca medieval, a urgência em construir uma nova cintura amuralhada para defesa dos moradores da vila nova dos ataques dos exércitos castelhanos, vai obrigar o rei a enviar quantias avultadas em dinheiro, engenheiros militares, operários especializados e empregar um numeroso contingente de pessoal não qualificado. Os contingentes militares são então numerosos. Calcula-se que na segunda metade do século XVII, em cada quatro pessoas residentes na vila, uma era militar. Campo Maior foi, durante algum tempo quartel principal das tropas mercenárias holandesas destacadas para o Alentejo. A vila torna-se naquele tempo o mais importante centro militar do Alentejo, depois de Elvas.

Em 1712, o Castelo de Campo Maior vê-se cercado por um grande exército espanhol comandado pelo Marquês de Bay, o qual durante 36 dias lança sobre a vila toneladas de bombas e metralha, tendo conseguido abrir uma brecha num dos baluartes; o invasor ao pretender entrar por aí, sofreu pesadas baixas que o obrigaram a levantar o cerco.

No dia 16 de Setembro de 1732, pelas três da manhã, desencadeia uma violenta trovoada, o paiol, contendo 6000 arrobas de pólvora e 5000 munições, situado na torre grande do castelo é atingido por um raio, desencadeando de imediato uma violenta explosão e um incêndio que arrastou consigo cerca de dois terços da população.

D. João V determina a rápida reconstrução do castelo. A vila vai erguer-se lentamente das ruínas e aos poucos refazer-se para voltar a ocupar o lugar de primeira linha nos momentos de guerra e de local de trocas comerciais e relacionamento pacífico com os povos vizinhos de Espanha, nos tempos de paz.

No século XVIII termina a construção das actuais Igrejas da Misericórdia e da Matriz, e lança-se a primeira pedra para a fundação da Igreja de S. João. A vila que até então só tivera uma freguesia urbana é dividida nas duas actuais, Nossa Senhora da Expectação e São João Baptista, em 1766.

Os primeiros anos do século XIX são em Campo Maior de grande agitação. Um cerco, em 1801, pelos espanhóis e uma revolução local, em 1808, contra os franceses que então invadiram Portugal o comprovam.

A sublevação campomaiorense contra a ocupação napoleónica vai sair vitoriosa devido ao apoio do exército de Badajoz que permanece na vila durante cerca de três anos.

Em 1811 surge uma nova invasão francesa que fez um cerco cerrado durante um mês à vila, obrigando-a a capitular. Mas a sua resistência foi tal que deu tempo a que chegassem os reforços luso-britânicos sob o comando de Beresford, que põe os franceses em debandada, tendo então a vila ganho o título de Vila Leal e Valorosa, título este presente no actual brasão da vila.

As lutas entre liberais e absolutistas em Campo Maior são também acontecimentos assinaláveis.

Em 1836, foi extinto o vizinho concelho de Ouguela, tendo esta vila sido agregada à de Campo Maior.

O cólera matou, em 1865, durante cerca de dois meses e meio, uma média de duas pessoas por dia.

Em 1867, tentam extinguir Campo Maior como sede de concelho, anexando-o ao concelho de Elvas. Tal decisão provoca um levantamento colectivo da povoação, que em 13 de Dezembro, entra numa verdadeira greve geral.

O concelho é definitivamente acrescido da sua única freguesia rural, em 1926 – Nossa Senhora da Graça dos Degolados.

Só em 1941, porém, o concelho adquire a seu actual divisão em três freguesias, com a anexação da freguesia de Ouguela à de São João Baptista, dado o grande declínio populacional da primeira

AMARELEJA



Amareleja é uma freguesia portuguesa do concelho de Moura, com 108,34 km² de área e 2 763 habitantes (2001). Densidade: 25,5 hab/km².

É famosa pelos constantes recordes de temperatura máxima. Durante muitos anos, até ao século XX, por causa da sua área, foi considerada a maior aldeia de Portugal. O bom vinho, o bom queijo branco de ovelha e o bom porco preto local fazem a boa mesa da Amareleja. O seu clima proporcionará a projectada grande central europeia de energia solar. Está próxima do Alqueva, do Rio Ardila e do Castelo de Nodar.

Em 10 de Abril de 1677, o então padre da freguesia escreveu no termo de abertura de um livro de registo de visitas: "Freguesia de nossa Sª. de Concepsao de Marileiga ...".

Data de 1 de Abril de 1695, um documento que se refere ao "lugar de Nossa Senhora da Conceição de Mareleja".

Diz-se que o nome surgiu devido à abundância de flores amarelas nos campos circundantes, pelo que os primeiros povoadores (possivelmente pastores da Beira Baixa) lhe chamavam "Campo das Amarelas" .

Ainda hoje existem duas propriedades entre a povoação e a fronteira de Espanha, cujos nomes são Amarelas e Amarela.


origens

Embora os documentos paroquiais referentes ao lugar datem de 1534, Amareleja já consta nos censos de D. João III (realizados em 1527).

Segundo o que se lê em "Portugal Restaurado - Luís de Meneses - Conde de Ericeira, Lisboa 1751", já pelas Guerras da Restauração, Amareleja foi vítima de pilhagens de inimigos, e daí para cá já passaram 364 anos.

Os documentos paroquiais existentes na Torre do Tombo são referentes a 1793. No livro de visitas pastorais, foi lançada uma ordem do Bispo de Beja, em 23 de Dezembro de 1773, para lhe serem enviados os livros de baptismos e matrimónios, livros estes que desapareceram, não permitindo apurar a sua idade.

A verdade é que, nesta zona, foram encontrados sinais evidentes da permanência ou passagem de gerações de tempos muito mais recuados. Várias descobertas arqueológicas como, Antas, sepulturas tipo Cromeleque, pinturas rupestres, machados de sílex, vestígios de fundição de metais, sepulturas da idade do bronze, sepulturas escavadas na rocha, quase sempre descobertas ao acaso, aquando de trabalhos agrícolas ou de construção de estradas.

Também apareceram vestígios da civilização Romana, tais como o pavimento de uma habitação, sepulturas com tampa circular que continham tigelas e fragmentos de lacrimal, moedas do Imperador Cláudio, fragmentos de tégulas, pedras de atafona, pedras de moinhos manuais. No Barranco de Valtamujo existem restos de uma ponte romana, que possivelmente daria ligação com outra existente no rio Ardila e perto do porto do Castelo. Esta ponte daria passagem aos moradores das margens de Vale de Navarro onde se encontram muitos vestígios de vida antiga.

Dos vestígios arqueológicos encontrados, os mais abundantes são da época romana, localizados desde o norte da vila até às margens do rio Ardila.

Não restam dúvidas que estes campos foram desde sempre habitados por várias gerações, desde a pré-história.

Amareleja - Como surgiu a povoação?

No reinado de D. Sancho II, Moura (actual sede de Concelho da freguesia de Amareleja) foi conquistada aos Mouros e estabelecida em senhorio, segundo o regime feudal.

D. Sancho II entregou a Vila de Moura aos Cavaleiros da Ordem do Hospital. Estes Cavaleiros deixaram assinaladas em Amareleja a sua passagem e presença, podendo ainda as marcas da Ordem ser vistas em marcos que possuem a sua cruz.

É de admitir, assim, que a formação das primeiras habitações tivessem a influência da Ordem do Hospital e de outros grandes Senhores, visto que estes favoreciam a aglomeração de pastores e rebanhos vindos de várias partes do reino. Esta aglomeração não era mais que o juntar das suas malhadas e seu aperfeiçoamento, até virem a formar como que um "monte alentejano", cujo local teria sido o sítio ainda hoje chamado "Montinho" ou a parte da Vila denominada "aldeia velha".

Pensa-se que na reunião das Côrtes da Cidade de Évora em Novembro de 1481, o povo, por meio dos seus procuradores, determinou a criação de capelas e hospitais que se repartiam pelas diversas comarcas do reino. Teria sido nesta altura que o lugar "Mareleja" veio a ser provido de assistência religiosa.

Mas, dados ou referências não vão além de 1527. Verifica-se em documentos desta altura, relativos ao censo realizado a mandado de D. João III, que o lugar já tinha 55 fogos. Podemos dar um período de cerda de 200 anos para a criação destes 55 fogos, visto que as condições de vida não eram favoráveis para um desenvolvimento rápido.

Devemos concordar que desde os meados do Séc. XIII a meados do Séc. XV, foi um longo caminhar até à fixação e formação do aglomerado que se transformou na aldeia de Amareleja.

Podemos afirmar que pelos fins do Séc. XV as necessidades religiosas destas pessoas levou à construção da "Igrejinha de Stº. António" que é considerado o Padroeiro dos Gados. Esta pequena igreja foi construída num pequeno outeiro a relativa distância dos lugares chamados "Montinho" e "aldeia velha".

Apesar de existirem falhas de informação sobre algumas épocas, não nos parece demais admitir que esta Vila de Amareleja tem já cerca de 500 anos.

fONTE - Wilkipedia

sábado, outubro 06, 2007

"MAIO MOÇO" vai estar na FEIRA DE CASTRO

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VAMOS TER O "MAIO MOÇO"
ESTE ANO NA FEIRA DE CASTRO

O que é o Maio Moço

Maio Moço é um grupo constituído em meados de 1985, mas já com profundas raízes no movimento de progressivo interesse pelo folclore musical do nosso país, fenómeno para cujo nascimento e expansão teve oportunidade de contribuir, há cerca de uma vintena de anos atrás.



História
Desde muito cedo apaixonado pelas questões ligadas à defesa e preservação do nosso riquíssimo património musical tradicional, Vítor Reino encontraria nesse agrupamento pioneiro e multifacetado as condições essenciais que lhe permitiram iniciar uma fecunda actividade em que tem procurado aliar um trabalho científico de natureza etnomusicológica à criação e divulgação de uma nova música de raiz tradicional susceptível de contribuir para manter viva e actuante a inesgotável fonte do folclore musical português.

De parceria com José Alberto Sardinha, Vítor Reino foi responsável pelos arranjos e direcção musical de dois discos que marcaram profundamente o movimento de progressivo interesse pela tradição musical portuguesa que atingiria o seu apogeu em inícios da década de 80: Descantes e Cantaréus (1979) e Desfiando Cantigas (1982).

Ao mesmo tempo que continuava a colaborar com José Alberto Sardinha nos inúmeros trabalhos de campo promovidos por este investigador que rapidamente se afirmaria como nome cimeiro da moderna etnomusicologia portuguesa, Vítor Reino criou em 1983 o grupo Ronda dos Quatro Caminhos, sendo responsável pela selecção musical, estudo e textos explicativos, arranjos, produção e direcção artística dos álbuns Ronda dos Quatro Caminhos (1984) e Cantigas do Setestrelo (1985), que incluem diversos temas e trechos musicais de sua autoria.

Com a preciosa participação de Rita Reino, Sérgio Contreiras e João Lima, que com ele haviam já integrado os dois agrupamentos atrás referidos, a que se juntaria Mário Gameiro e, posteriormente, Rui Sardinha e Rui Sequeira, Vítor Reino fundou em 1985 o grupo Maio Moço, cuja direcção continua a assegurar. Projecto inovador por excelência, o Maio Moço impôs-se a árdua mas aliciante tarefa de lutar pela recuperação e revitalização da vasta e valiosa tradição musical portuguesa, criando uma nova música de raiz tradicional em que as ricas e fascinantes sonoridades tão características dos nossos velhos instrumentos populares se «casam» com os modernos recursos da tecnologia actual.

Fonte:site de MAIO MOÇO
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sexta-feira, outubro 05, 2007

os nossos artistas - ´ZÉ ARSÉNIO

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"MONTE" trabalho de ZÉ ARSÉNIO

modas alentejanas

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GALEGA

Levantei-me um dia cedo
cedinho ao nascer do sol
ouvi uma voz dizer
a Galega está pior

A Galega está pior
moça da nossa amizade
coitadinha ai mas se ela morre
vai pr'aquela eternidade

Vai pr'aquela eternidade
lá pr'á banda do sol posto
coitadinha se ela morre
ainda mais este desgosto

quinta-feira, outubro 04, 2007

preliminares

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Tinha acabado de chegar a Mourão uma excursão de espanhóis. Ao verem um
alentejano, o guia comunicou aos passageiros:

-Ahora me voy hablar con ese português...
- Hola, como te llamas?
- Toino...
- Yo también me llamo António ! Cual és tu profesión?
- Sou músico...
- Yo también soy musico... Y que tocas?
- Toco trompete, e tu?
- Yo también toco trompete. Una vez fue a la Fiesta de Nuestra Señora de los
Remédios y toqué tan bien, que a Señora bajó del andor y empezó a llorar.
E replicou o alentejano:
- E ê fui uma vez à Festa do Senhor dos Passos e toquei tan bem, tan bem,
que o Senhor largou a cruz, agarrou-se a mim e disse-me:
"Ah, g'anda Toino, tocaste melhor que o cabrão do espanhol que fez chorar a
minha mãezinha!"

quarta-feira, outubro 03, 2007

AINDA OS SETE SÓIS

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OS GANHÕES DE CASTRO VERDE, CANTANDO NO JARDIM DO PADRÃO , DA SUA VILA, NO "SETE SÓIS" EM SETEMBRO

UMA HISTÓRIA DE PENAS , dia 11 em CASTRO VERDE

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A Cãmara de Castro Verde traz-nos mais um espectáculo de grande qualidade

Uma História a Penas - Trigo Limpo da ACERT
“Uma História a Penas” é falar de aves, de sensualidade, de namoro e de ovos, falando de nós… Um ovo, uma casa, um ninho que pode ser uma árvore. Um castelo ou uma nave espacial... Um planeta de restos, de segredos ou de bichos.

É esta a envolvente de “Uma História a Penas”, construída a partir de excertos dos livros: “Portugal Pequenino” de Maria Angelina e Raul Brandão, e “A Menina Coração de Pássaro” de Luísa Dacosta.
Uma história onde coabitam fragmentos da longa história colectiva de grupo. Tudo, através de um cenário, construído a partir da reciclagem de objectos de outros espectáculos do Trigo Limpo.

Mais uma aposta artística a privilegiar a criação de novos públicos, a relação com os estabelecimentos de ensino, correspondendo a todos os que vêm o teatro como uma paixão.

Público-alvo: 1º e 2º ciclo
Apoio: Programa Território Artes – Ministério da Cultura
Hora: 15h00
Localidade: Castro Verde
Local: Cine-Teatro Municipal

Organização: Câmara Municipal de Castro Verde

fonte- site da Câmara de Castro Verde

segunda-feira, outubro 01, 2007

LETRAS DE MODAS ALENTEJANAS

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ALENTEJO, ALENTEJO (Terra sagrada do pão) «voltar

Eu sou devedor à Terra
A Terra me ‘stá devendo
Eu sou devedor à Terra
A Terra me ‘stá devendo
A Te rra paga-m’em vida
Eu pago à Terra em morrendo


Alentejo, Alentejo
Terra sagrada do pão
Eu hei-de ir ao Alentejo
Mesmo que seja no Verão
Ver o doirado do trigo
Na imensa solidão
Alentejo Alentejo
Terra sagrada do pão

Daqui para a minha terra
Tudo é caminho e chão
Daqui para a minha terra
Tudo é caminho e chão
Tudo são cravos e rosas
Dispostas por minhas mãos

domingo, setembro 30, 2007

UMA HISTÓRIA VERDADEIRA

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O NOSSO BLOG PUBLICA HOJE
UM TEXTO DE GRANDE QUALIDADE
DE UMA AUTORA DE CASTRO
VERDE, DEOLINDA REVÉS

ERA UMA VEZ UMA AMÊNDOA
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Era uma vez uma amêndoa, de casca dura, como tantas outras.
Certo dia, uma senhora levou-a consigo para um sítio arejado, num local aprazível.
Fez uma covinha e escondeu-a, mesmo ali, junto de uma parede caiada.
Ela adormeceu...passado algum tempo a água penetrou na terra, lavou-lhe a "cara" e acordou-a para a vida! Ganhou raízes, rompeu os torrões e espreguiçou-se ao Sol resplandescente da Primavera transformando-se numa arvorezinha indefesa.
Pouco a pouco foi ganhando força e...com certos cuidados - protecção dos animais, dos ventos fortes...ela foi crescendo!...
...Eis que,numa certa Primavera surgem as primeiras flores a convidar as abelhas para um delicioso manjar!
Mas não é tudo..
As flores, para completarem a sua missão transformaram-se em novos frutos, e, eis o milagre da reprodução! A amendoeira está agora vergado com o peso dos filhos...
Os passarinhos assistem à festa e colaboram também, com os seus alegres trinados, enquanto se balouçam nalguns ramos, ainda débeis!...
A natureza ganhou e nós também - A paisagem é mais bela e o ar mais puro.

Texto de
Deolinda Revés
Diola

sábado, setembro 29, 2007

ALENTEJANOS DO FEIJÓ

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O NOSSO BLOG CONTINUA
A DIVULGAR O ALENTEJO
E AS SUAS GENTES.

As palavras são como as cerejas, e os alentejanos estão por toda a parte.
No café, onde costumo tomar o pequeno almoço,aqui no Feijó, o "Manjar Dourado" , à conversa descobri que os meus interlocutores eram alentejanos e vai de falar da terra que tanto gosto aliás, tanto gostamos.
São de São Domigos de Santiago do Cacém, um deles, o outro de Moura.

São Domingos e uma freguesia portuguesa do concelho de Santiago do Cacém, com 124,15 km² de área e 1 024 habitantes (2001). Densidade: 8,2 hab/km²

Falámos da terra dos meus interlocutores, do seu apego às origens, e apooveito para mostrar umas imagens de São Domingos









...E TAMBÉM DE MOURA



Moura


Moura é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Beja, região do Alentejo e subregião do Baixo Alentejo, com cerca de 9 200 habitantes.

É sede de um município com 957,73 km² de área e 16 590 habitantes (2001), subdividido em 8 freguesias. O município é limitado a nordeste pelo município de Mourão, a leste por Barrancos, a leste e sul pela Espanha, a sudoeste por Serpa, a oeste pela Vidigueira e a noroeste por Portel e por Reguengos de Monsaraz.



Moura foi...
Durante a ocupação romana da Península Ibérica, chamar-se-ia Arucci ou Civitas Aruccitana Nova. As invasões muçulmanas renomearam-na para Al-Manijah. A designação actual de Moura surge ligada à Lenda da Moura Salúquia. Foi conquistada em 1166 pelos irmãos D. Pedro e D. Álvaro Rodrigues, só foi definitivamente conquistada em 1295 no reinado de D. Dinis.


Recebeu foral de D. Dinis em 1295. D. Manuel I concedeu-lhe foral novo em 1512. Em 1554 recebeu o título de Notável Vila de Moura , das mãos de João III de Portugal. A proximidade da fronteira espanhola fez com que nas suas cercanias se edificassem postos de vigia ou atalaias, colocados em pontos elevados estratégicos, constituídos por construções troncopiramidais de altura razoável e de difícil acesso, que foram postos á prova durante a Guerra da Restauração e a Guerra da Sucessão.

Em 1707, o duque de Ossuna cercou Moura e só em 1709 é que se viu definitivamente livre do ocupante espanhol que antes de se retirar destruiu as fortificações.

Moura foi elevada a cidade por lei de 1 de Fevereiro de 1988.

Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_de_Moura"

FEIRA DE CASTRO

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19 DE OUTUBRO,SEXTA

Espectáculo “Encontro na Feira”
"Encontro na Feira". Assim se designa o espectáculo que se realiza este ano, na Feira de Castro 2007. Na noite de sexta-feira, 19 de Outubro, sobem ao palco do Cine-Teatro Municipal...

"Os Ganhões"
Representando o cante tradicional alentejano, “Os Ganhões” abrem o espectáculo. O encontro da tradição que este ano vem à Feira de Castro. O seu cante é um hino à terra.

"As Adufeiras de Monsanto"


Em Monsanto, na Beira Interior, a arte de tocar o adufe pelas mulheres do povo, distingue-se pela sua complexidade e riqueza rítmica. O espectáculo das “Adufeiras” consiste numa recriação de várias manifestações tradicionais como o trabalho, a religião, o amor e a fertilidade.

"Maio Moço"
Maio Moço é mais do que um grupo de música tradicional. É um movimento de interesse pela preservação do folclore e do património musical português. Uma junção de instrumentos típicos que criam uma sonoridade única.

Hora: 21h30

20 DE OUTUBRO, SÁBADO

Arruada de Bandas Filarmónicas
Pelas ruas de Castro Verde, para fechar a manhã e a abrir a tarde, a Banda Filarmónica 1º de Janeiro e outras bandas suas convidadas animam as ruas da
Feira.

Hora: 11h00 e 14h00

Local: Praça da República e Ruas da Feira

Planície a Cantar
Os grupos corais animam a tarde de sábado num desfile pelas ruas, homenageando o cante rural alentejano, celebrando a vida, a planície e o trabalho no campo.

Rancho Folclórico da Serra do Caldeirão - Cortelha
A Feira de Castro sempre foi um lugar de encontro de gentes. A relação com o interior algarvio, dada a sua proximidade geográfica, sempre foi muito forte.

Este ano, vindo de Salir, concelho de Loulé, o Grupo Etnográfico da Serra do Caldeirão traz um pouco da tradição do interior algarvio.

Cada par do grupo representa uma profissão que ao longo do tempo constituiram o suporte económico desta zona, em especial o tirador de cortiça ou o apanhador de medronho.

Grupo Etnográfico da Serra do Caldeirão – Cortelha

O Grupo Etnográfico da Serra do Caldeirão – Cortelha foi fundado a 26 de Julho de 2003, na Cortelha, aldeia serrana da freguesia de Salir, do concelho de Loulé.

Foi preocupação dos seus fundadores, divulgar as suas tradições, os seus usos e costumes. Para atingirem os seus fins, foi congregada toda a população da zona na recolha do manancial etnográfico, danças e cantares, trajes e utensílios de trabalho, gastronomia, contos e adivinhas, para representação das várias profissões e actividades, que foram o suporte económico da sua ruralidade, nomeadamente os ceifeiros, a padeira e o moleiro, entre outros.

O grupo é constituído por cerca de 62 elementos, com idades compreendidas entre os 5 e os 75 anos, apesar da sua pouco idade, já fez várias deslocações pelo país e participou no Festival Internacional em Paris, vai participar em Agosto, no Festival Internacional na Hungria

Hora: 15h00

Local: junto ao Cine-Teatro

À NOITE

XVII Encontro de Tocadores de Viola Campaniça e Cantadores de Despique e Baldão
A Feira de Castro desde sempre que criou o hábito antigo de encontros entre cantadores de despique e baldão que aqui se juntavam para disputas saudáveis. Para que a tradição não se perca, este ano volta a realizar-se o encontro que junta ao cante ao desafio, o som da viola campaniça.

Hora: 21h00

Local: Restaurante Solposto

sexta-feira, setembro 28, 2007

COMPOSIÇÃO

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Redacção feita por uma aluna de Letras, que obteve a vitória num concurso interno promovido pelo professor da cadeira de Gramática Portuguesa.

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.

Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. O artigo, era bem definido, feminino, singular. Ela era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingénua, silábica, um pouco átona, um pouco ao contrário dele, que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.

O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar, conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice.

De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro.

Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela no seu aposento.
Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, suave e relaxante. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.

Ficaram a conversar, sentados num vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se. Ela foi deixando, ele foi usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo.

Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo.

Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples, passaria entre os dois.

Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula.

Ele não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois géneros.

Ela, totalmente voz passiva. Ele, completamente voz activa. Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais.

Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objecto, tomava a iniciativa. Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular.

Ela era um perfeito agente da passiva; ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.

Nisto a porta abriu-se repentinamente.

Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e adjectivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.

Mas, ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar logo diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar particípio na história. Os dois olharam-se; e viram que isso era preferível, a uma metáfora por todo o edifício.

Que loucura, meu Deus!

Aquilo não era nem comparativo. Era um superlativo absoluto. Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado aos seus objectos. Foi-se chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e propondo claramente uma mesóclise-a-trois.

Só que, as condições eram estas:

Enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido depois dessa situação e pensando no seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história. Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

quinta-feira, setembro 27, 2007

preliminares

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Um tipo chega a casa e apanha a mulher na cama com outro
Aponta-lhe uma arma e leva-o para a garagem.
Na bancada de ferramentas prende-lhe o sexo no torno e aperta até o
homem não o poder tirar e deita a manivela do torno fora.
Pega num serrote e mete-o nas mãos do homem.
Este, assustado, pergunta:
- Para que que eu quero o serrote?
O homem responde:
- Tu é que sabes... Eu vou pegar fogo á garagem!

ALJUSTREL EM FESTA , 28,29 E 30 DE SETEMBRO

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DESDE HOJE ALJUSTREL
ESTÁ NA RUA

JORNADAS DA JUVENTUDE

Música, teatro, desporto, workshops

A X edição das Jornadas da Juventude de Aljustrel coloca um ponto final às festividades deste Verão. Como tal a Câmara Municipal preparou três dias de muita diversão para os jovens. Entre hoje 28 e 30 de Setembro realiza-se uma vasta panóplia de actividades. Dos gostos mais alternativos, aos mais convencionais todos terão oportunidade de aprender e de se divertir.

Para além dos concertos de ska, reggae, rock, metal e house, que marcam o programa destas Jornadas da Juventude, há também vários workshops sobre matérias de interesse, nomeadamente de dança urbana; criação de páginas web; técnicas de mistura e manuseamento de aparelhagens (DJ) e ainda orientação e cartas topográficas.

Estas Jornadas têm também por objectivo abrir um espaço de formação e de debate sobre aquilo que mais interessa e motiva os jovens hoje em dia. Nesse sentido a organização preparou conversas sobre vários assuntos, entre eles “Ser adulto não é fácil”, associativismo e experiências de voluntariado no estrangeiro.

O teatro, as demonstrações de artes marciais e de desportos radicais são outras das alternativas que constam do programa. Este pretende ir ao encontro das expectativas da juventude, sendo portanto objectivo da Câmara oferecer uma programação o mais apelativa possível.

De referir que pela primeira vez os espectáculos musicais realizam-se no Parque de Exposições e Feiras de Aljustrel, Pavilhão B. As entradas são livres.

quarta-feira, setembro 26, 2007

proverbios

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Da discussão nasce a luz.
De algodão velho não se faz bom pano.
De boas intenções o inferno está cheio.
De boi manso me guarde Deus, que de bravo me guardo eu.
De casa de gato não sai farto o rato.
De graça só relógio trabalha, e assim mesmo quer corda.
De graça, até tapa na cara.
De graça só se dá bom dia.
De grao em grao a galinha enche o papo
De janeiro a janeiro o dinheiro é do banqueiro.
De médico, poeta e louco, todo mundo tem um pouco

terça-feira, setembro 25, 2007

CRÓNICA DOS SETE SÓIS EM CASTRO VERDE

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CASTRO ESTEVE QUATRO DIAS EM FESTA.


Foram 4 dias mágicos.
As ruas e os locais onde ocorreram os eventos que constituiram o programa do Festival do Mediterrânio, Sete Sóis ,Sete Luas, encheram-se de castrenses e de forasteiros.
Sempre com muita alegria e vontade de participar, animaram os workshops e oficinas de música e danças mediterrânicas no Forum Municipal, os Concertos no Cine Teatro, os espectáculos de rua, que este ano tiveram lugar no Jardim do Padrão, alindado com relva e flores , as Exposições no Café Mediterrânico (instalado na Casa Faleiro) e na Galeria Municipal, e os bailes de todos os finais de dia no Teatro Marroquino, instalado numa tenda enorme, junto à Basilica Real.

O nosso blog esteve em quase todos os eventos, e vai "poer in charónica" tudo o que viu e ouviu com imagens de apoio ao texto.

OFICINAS DE DANÇA

No Forum Municipal tiveram lugar,em todos os dias do Festival, várias sessões de ensino de vários tipos de dança,o que habilitou os participantes a executar com surprendente desembaraço os passes mais complicados nas Noites de baile na Tenda Marroquina.
Houve oficinas de danças europeias (francesas , espanholas, israelitas e inglesas)
De danças turcas


De danças da serra de Grandola e danças de Baile Cantado e Mandado.
Muito partipadas as oficinas decorreram em ambiente de muito entusiasmo e foram muitos os que quiseram aprender.
Vê-los-íamos brilhar à noite na Tenda Marroquina


Quem desconhecesse que havia havido aprendizagem prévia, ficaria de "boca aberta",surprendido, ao entrar na tenda, com o acerto e a cuidada coreografia dos entusiasmados executantes das danças coletivas em círculo.

NA TENDA DANÇARAM-SE COREOGRAFIAS DAS DANÇAS TURCAS APRENDIDAS NA OFICINA ,AO SOM DO GRUPO TURCO "GEVENDE"

CAFÉ MEDITERRÂNICO

A casa Faleiro, um dos edificios mais bonitos da Vila de Castro Verde, cedeu o seu andar térreo à organição dos Sete Sóis, para nele funcionar um Café e Exposições.


O edifcio exibe uma arquitectura muito particular, e desde que venho a Castro tenho tido muita curiosidade em conhecer por dentro, esta casa, que faz parte da memória da Vila.
Não me decepcionei, antes, a majestade que se adivinha por fóra, confirma-se ao adentrar a porta pricipal do velho casarão.
Uma escadaria hollywoodesca a ligar o hall de entrada a um primeiro andar misterioso, que permanecerá com os seus mistérios, pois não esteve este ano disponível aos curiosos visitantes.
A imensa cozinha foi transformada em Café Marroquino com mesas baixinhas redondas de latão e cobre, rodeadas de pufos e banquinhos rentes ao chão, onde se saboreava um gostoso chá de menta e hortelã, ficando o terraço atrás da casa para esplanada e petiscos.



Foi aqui que teve lugar, logo no primeiro dia, o lançamento do livro de Miguel Rego "Cidades da Agua" e pinturas de Manuel Passinhas.

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA

No Festival tivémos duas grandes exposições de fotografia.

A mais espectacular, a que levantou injustamente alguma controvérsia, foi a do famoso fotógrafo Oliviero Toscani, a dos "Burros"


Na rua, entre a Igreja dos Remédios e o Jardim do Padrão, o espaço ficou pejado de fotografias em tamanho natural de burros fotografados em Trás-os-Montes.
Esta mostra de burros percorreu todo o País , em várias localidades com enorme êxito.

A outra mostra de fotografia teve lugar na Galeria Municipal, ali ao lado do Café Paraíso, sob a denominação de "MY JERUSALÈM"
Belissimas imagens colhidaspor Rui Tremoceiro na Cidade Santa. Conseguiu captar com mestria e muita sensibilidade o essencial da forma e do espírito de Jerusalem.

CANTARES NA RUA

Estive em quase todos os eventos que tiveram lugar ao ar livre, no Jardim do Padrão.
No Sábado ao fim da tarde, actuaram OS CARAPINHAS, e entre outas modas que cantaram, o "Manjerico na janela"esteve soberbo.


É desnecessário tecer muitas considerações sobre os miúdos, pois todos conhecem as ondas de ternura, que o seu cantar sempre suscitam, envolvendo irresistivelmente quem os escuta.Cantaram e encantaram

O Jardim do Padrão estava cheio e as palmas com que brindaram todas as actuações reflectem bem a comunhão que existe entre a população e os seus artistas de cante.

É claro que esta "fotografia" que faço da relação do público com os cantores diz respeito também às actuações, dos "CARDADORES DA SETE", que cantaram o seu fortissimo "ALENTEJO, ALENTEJO" e "VOU PARTIR PARA O CANADÁ" , e às dos GANHÕES DE CASTRO VERDE" que com um poderoso "A RIBEIRA DO SOL POSTO", deram razão àqueles que os consideram dos melhores grupos de cante alentejano, no momento.

Ainda na rua, mais pròpriamente na Rua D.Afonso I, defronte da Câmara Municipal, assisti a um dos espectáculos mais conseguidos que tenho memória.
Refiro-me à performance da Companhia do Novo Circo francês GALAPIAT.

Os seus 6 elemntos encheram o final da tarde de Domingo, de boa disposição, classe ,técnica, humôr, grande profissionalismo, estabecendo uma química muito especial com o público presente.
Num espaço exíguo, e de certo modo acidentado e dificil, praticaram as maiores patifarias malabaristicas, arrancando sonoras e saudáveis gargalhadas e muitos, muitos aplausos.


Classe pura, uma nova forma de entender o circo.

CONCERTOS NO CINE TEATRO

Todos os concertos que tiveram lugar no Cine Teatro, e foram três, levaram ao delírio quem teve o privilégio de estar presente.
Ao Concerto de sexta-feira em que actuaram as "CAMPONESAS DE CASTRO VERDE" ,os gregos do "CAFÉ AMAN" e o agrupamento multinacional "LA GIALETTA, não pude estar presente.
Pelas impressões de pessoas que lá estiveram, foi entusiasmente e muito aplaudidos os grupos.

Já o Concerto de Sábado, felizmente não falhei e em boa hora, pois assisti a uma excelente actuaão do "GRUPO DE VIOLAS CAMPANIÇAS"

Sem o Pedro Mestre, que não pôde estar presente por se encontrar no Brasil a espalhar o encanto da viola campaniça por terras mineiras,ao grupo juntou-se nesta actuação nos Sete Sóis, o virtuoso mestre MANUEL BENTO, o pai e contrutor desta viola de som único,A CAMPANIÇA.

Tocaram e cantaram com segurança as sonoridades já consagradas.

A seguir actuaram os surpreendentes "LAUTARI", italianos da Sicilia.


Levaram a sala ao delírio, houve muita gente que não se conseguiu controlar e saltou para as coxias e frente-palco dançando freneticamente entregando-se ao som envolvente do grupo italiano.

Os concertos encerraram domingo com uma apoteótica actuação do grupo francês "VAGUEMENT LA JUNGLE, uma bomba em palco que se estendeu ao público que dançou o tempo todo em pé, sim, na plateia de pé...


Para o ano cá estaremos de novo.
Uma saudação especial aos organizadores do evento , foi muito bom

preliminares

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Em Londres há um velho barbeiro.
Um dia, um florista vai lá cortar o cabelo. Depois do corte, quando vai pagar o barbeiro diz:
- "Lamento, mas não posso aceitar o seu dinheiro. O que fiz foi um
serviço a comunidade".
O Florista ficou satisfeito e foi-se embora.
Na manhã seguinte, ao chegar a loja o barbeiro encontrou uma dúzia de
Flores e um cartão que dizia "obrigado".

Um dia, um polícia vai lá cortar o cabelo. Depois do corte, quando vai
Pagar o barbeiro diz:
- "Lamento, mas não posso aceitar o seu dinheiro. O que fiz foi um
serviço a comunidade".
O polícia ficou satisfeito e foi-se embora.
Na manhã seguinte, ao chegar a loja o barbeiro encontrou uma dúzia de
Doughnuts e um cartão que dizia "obrigado".

Um dia, um português vai lá cortar o cabelo. Depois do corte, quando
Vai pagar o barbeiro diz:
- "Lamento, mas não posso aceitar o seu dinheiro. O que fiz foi um
serviço a comunidade".
O português ficou satisfeito e foi-se embora.
Na manhã seguinte, ao chegar a loja, adivinha o que o barbeiro encontrou
Na porta...
Vá lá... Adivinhem!!!
Vá! Pensa como um português...!!!
O barbeiro encontrou...
Uma dúzia de portugueses à espera para cortarem o cabelo de borla!!!

domingo, setembro 23, 2007

pensamento profundo

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Existem duas palavras que abrem muitas portas: puxe e empurre

sábado, setembro 22, 2007

POEMAS DE POETAS ALENTEJANOS

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PRIMAVERA
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Como é bela a Natureza!
Com seus encantos tamanhos
Nos campos muito verdinhos.
Pastam enormes rebanhos.

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A água é "fonte de vida"
Como é bom observar!
As plantas desabrocham.
E os pássaros a esvoaçar!

Os rios correm tranquilos
Por entre a vegetação
Os patos sempre a nadar.
Despertam a nossa atenção!

As giestas florescem.
Tudo estava adormecido.
Junto das flores campestres.
As abelhas...emitem seu zumbido!

Nos extensos campos verdes.
Surgem os "montes" branquinhos.
Respira-se o ar puro.
E aos animais...dão-se carinhos...

Primavera é "renovação da vida"
Surgem rebentos viçosos.
As aves fazem os ninhos
Acordam os caracóis preguiçosos...

Alentejo/Abril/2000

Poema de DEOLINDA REVÉS
Diola

imagens do alentejo - visto do cimo de são pedro das cabeças

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IMAGEM TIRADA DO CIMO DE SÃO PEDRO DAS CABEÇAS, EM PRIMEIRO PLANO PODE-SE DISTINGUIR O MONTE VIZEU.

POEMA ao ALENTEJO de MANUEL ALEGRE

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ALENTEJO

Folheia-se o caderno e eis o sul
E o sul é a palavra. E a palavra
Desdobra-se
No espaço com suas letras de
Solstício e de solfejo
Além de ti
Além do Tejo

Verás o rio e talvez o azul
Não o de Mallarmé: soma de branco e de vazio
Mas aquela grande linha onde o abstracto
Começa lentamente a ser o
Sul

Outro é o tempo
Outra a medida

Tão grande a página
Tão curta a escrita

Entre o achigã e a perdiz
Entre chaparro e choupo

Tanto país
E tão pouco

Solidão é companheira
E de senhor são seus modos
Rei do céu de todos
E de chão nenhum

À sombra de uma azinheira
Há sempre sombra para mais um

Na brancura da cal o traço azul
Alentejo é a última utopia

Todas as aves partem para o sul
Todas as aves: como a poesia

Manuel Alegre (Alentejo e ninguém )

sexta-feira, setembro 21, 2007

a 21 de Setembro, nasceu o JOÃO TIAGO

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O nosso blog festeja o aniversário do JOÃO TIAGO e dá-lhe os parabéns, e mostra tudo
O que aconteceu no ano em que o nosso festejado nasceu:

Eventos
O BENFICA do JOÃO TIAGO venceu o campeonato nacional com 5 pontos de avanço sobre o Porto e 6 sobre o Sporting, e o nosso Blog dedica-lhe a foto dos campeões.



Foi o Ano Internacional da Mulher, decretado pela ONU.

1 de Janeiro - Nasce o guitarrista da banda holandesa Within Temptation, Robert Westerholt
20 de Fevereiro - A Bolívia reestabelece relações com o Chile, após 13 anos de rompimento.
27 de Fevereiro - Em Portugal é aprovada a construção do Complexo Petroquímico de Sines.
4 de Março - Charlie Chaplin é distinguido com a Ordem do Império Britânico
11 de Março- tentativa de golpe de estado de direita em Portugal liderada pelo general António de Spínola, que acaba fugindo para Espanha depois de roubar diverso material de guerra ao exército português.
15 de Março - No Brasil, o estado da Guanabara funde-se com o do Rio de Janeiro
3 de Abril - Bobby Fischer recusa-se a jogar contra Anatoly Karpov, o que dá a Karpov o título de campeão do mundo de xadrez
17 de Abril - No Camboja, o Khmer Vermelho entra em Phnom Penh, o que marca o fim da guerra civil e o início do regime de Pol Pot
25 de Abril- Eleição da Assembleia Constituinte Portuguesa
25 de Junho - Independência de Moçambique
5 de Julho - Independência de Cabo Verde
12 de Julho - Independência de São Tomé e Príncipe
6 de Setembro - Martina Navratilova, campeã checa de tênis, deserta e pede asilo político aos Estados Unidos.
16 de Setembro - Independência da Papua-Nova Guiné
19 de Setembro - José Batista Pinheiro de Azevedo substitui Vasco dos Santos Gonçalves no cargo de primeiro-ministro de Portugal
21 de Setembro - Nasce o JOÂO TIAGO
11 de Novembro - Independência de Angola
20 de Novembro - A porto-riquenha Wilnelia Merced é eleita Miss Mundo
25 de Novembro
Independência do Suriname
Tentativa de golpe de estado em Portugal por parte das forças de direita, que pretendia dar a entender terem sido as forças de esquerda a organizá-la. O país fica à beira da guerra civil. Emerge a figura do general Ramalho Eanes que, sabe-se hoje, através de documentos tornados públicos, disse numa reunião "isto tem que parecer obra dos comunistas".
28 de Novembro - Timor-Leste declara a independência


é lançado o Altair 8800, o primeiro computador doméstico
reimplantada a monarquia em Espanha, com a coroação do Rei Juan Carlos
Mário Soares torna-se ministro dos negócios estrangeiros de Portugal
a Indonésia invade Timor-Leste
Samora Machel torna-se presidente de Moçambique
Niterói deixa de ser capital do estado do Rio de Janeiro
Süleyman Demirel substitui Sadi Irmak no cargo de primeiro-ministro da Turquia
Francisco Morales Bermudez Cerruti substitui Juan Velasco Alvarado no cargo de presidente do Peru
O projecto do Eurotúnel é arquivado por falta de financiamento
A CP é constituída
Bernard Thévenet (França) vence a 62ª edição da Volta à França em bicicleta
Terminam as Guerras Coloniais portuguesas
Começa a Guerra da Independência de Timor
Niki Lauda conquista seu primeiro título mundial de Fórmula 1.

Artes
François Truffaut filma A História de Adèle H.
Stanley Kubrick filma Barry Lyndon
A telenovela Roque Santeiro, de Dias Gomes, produzida pela Rede Globo, é proibida de ir ao ar, embora tivesse sido autorizada antes e com trinta capítulos já gravados; a solução foi reprisar a novela Selva de Pedra, de Janete Clair, em versão compacta, e preparar às pressas uma nova atração, que viria a ser Pecado Capital.

Nascimentos
12 de Janeiro - Melanie Chisholm mais conhecida como Mel C, cantora inglesa e ex-Spice Girl
25 de janeiro - Tim Montgomery, atleta americano.
13 de Fevereiro - Tony Dalton ator estado-unidense.
16 de Fevereiro - Aikawa Nanase cantora de rock japonesa.
18 de fevereiro - Gary Neville, futebolista inglês.
9 de março - Roy Makaay, futebolista holandês.
15 de Março - Eva Longoria, actriz mexicana.
27 de Março - Stacy Ferguson, cantora do grupo Black Eyed Peas.
7 de Abril - Victoria Beckham cantora inglesa, ex-Spice Girl, e esposa do jogador de futebol, o inglês David Beckham.
26 de Abril - Joey Jordison, baterista da banda Slipknot.
1 de Maio - Marc-Vivien Foé, futebolista camaronês (m. 2003).
2 de maio - David Beckham, futebolista inglês. .
8 de maio - Enrique Iglesias, cantor americano, filho do também cantor Julio Iglesias.
29 de Maio - Melanie Brown mais conhecida como Mel B, cantora inglesa e ex-Spice Girl
4 de Junho - Angelina Jolie, atriz estado-unidense.
14 de Junho - DJ Marky, DJ brasileiro de drum'n'bass
25 de Junho - Albert Costa, tenista espanhol.
30 de Junho - Ralf Schumacher, piloto de Fórmula 1, irmão do heptacampeão Michael Schumacher.
5 de julho - Hernan Crespo, futebolista argentino.
16 de Julho - Ana Paula Arósio, atriz brasileira.
18 de Julho - Daron Malakian, guitarrista e vocalista da banda americana System of a Down.
7 de Agosto - Charlize Theron, atriz sul-africana.
17 de Setembro
Jimmie Johnson, piloto de automóvel americano.
Juan Pablo Montoya, automobilista colombiano.
21 de Setembro - João Tiago , adepto do Benfica
21 de Setembro - Acelino "Popó" Freitas, pugilista brasileiro
9 de Outubro - Sean Lennon, filho de John Lennon
outubro16 de Outubro - Didi Wagner, apresentadora de televisão brasileira.
14 de Novembro - Travis Barker, baterista do blink 182 e do plus 44(+44)
30 de novembro - Ben Thatcher, futebolista galês.
17 de Dezembro - Milla Jovovich, atriz ucraniana, naturalizada estadunidense.
26 de Dezembro - Marcelo Ríos, tenista chileno.
30 de Dezembro - Tiger Woods, jogador de golfe dos Estados Unidos da América.

quinta-feira, setembro 20, 2007

património em diálogo - em Castro Verde

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VAMOS TER EM CASTRO VERDE

“Património em Diálogo” - Jornadas Europeias do Património 2007
Nos dias 28, 29 e 30 de Setembro, vão decorrer em Castro Verde as Jornadas Europeias do Património, uma iniciativa anual do Conselho da Europa e da União Europeia, promovida pelo IPPAR, a nível nacional, com o objectivo da sensibilização dos povos europeus para a importância da salvaguarda do Património.

Subordinadas ao tema “Património em Diálogo”, estas jornadas pretendem assim contribuir para o reconhecimento, protecção e valorização das paisagens culturais nas suas múltiplas dimensões – humana, cultural, simbólica e memorial – convidando o público a "sair" do monumento e a tentar compreendê-lo nas múltiplas vertentes que o caracterizam.

Em Castro Verde, o programa passa por locais como a Basílica Real, a Igreja dos Remédios ou o Castelo de Montel (Entradas).

Basílica Real
Visita guiada à Basílica Real e ao Tesouro da Basílica
29 Setembro – 10h30



Igreja dos Remédios
Sons da Campaniça – Música tradicional pelo grupo “Violas Campaniças”
28 Setembro – 21h30

Castelo de Montel
Caminhada entre Entradas e Montel
30 Setembro – 09h00

* As iniciativas locais são organizadas pela Câmara Municipal de Castro Verde, com a colaboração da Paróquia de Castro Verde, Associação “Os Cardadores” e Liga para a Protecção da Natureza.

(FONTE-SITE DA CAMARA MUNICIPAL DE CASTRO VERDE)

preliminares

O teste da banheira
Durante a visita a um hospital psiquiátrico um dos visitantes pergunto ao diretor:
"Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?"
Respondeu o diretor:
"Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher,
um copo e um balde e pedimos que a esvazie.
Exatamente, De acordo com a forma que
ele decida realizar a missão, aí que nós decidiremos se o hospitalizamos ou não."
Agora Eu entendi" disse o visitante
"uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher.
Obviamente ""
"Não" respondeu o diretor, prontamente
"Qualquer pessoa normal tiraria a "tampa do ralo".
Então vamos lá, 0 que o Senhor Prefere?
Quarto particular ou enfermaria ?"

quarta-feira, setembro 19, 2007

FESTIVAL DO AMÔR, BEJA 2007

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Festival do Amor evoca Mariana Alcoforado e "apaixona" Beja

Barraquinhas de beijos, petiscos afrodisíacos, astrólogos e videntes com previsões, música, teatro, exposições, livros e conversas sobre assuntos do coração vão "apaixonar" Beja entre 28 e 30 deste mês, durante o segundo Festival do Amor.



Promovido pela Região de Turismo Planície Dourada (RTPD), o evento volta a dedicar três dias ao amor, numa homenagem a Soror Mariana Alcoforado, a freira e figura mítica de Beja que viveu uma das grandes histórias de amor em Portugal.

O festival pretende promover Beja, explorando e valorizando o imaginário romântico de Mariana Alcoforado, através de diversas iniciativas relacionadas com o amor",


Desta forma, acrescentou, o festival quer também "promover o turismo no centro histórico de Beja, dando-lhe vida", com as mais de 20 iniciativas a realizar em vários espaços desta zona da cidade.

O festival arranca dia 28, às 18:00, com a abertura da Feira do Amor, o "coração" do evento que vai decorrer na Praça da República, ao longo dos três dias.

Barraquinhas de beijos, doces conventuais, livros e discos relacionados com assuntos do coração, tasquinhas com petiscos e produtos afrodisíacos, tendas de astrólogos, com previsões de sorte ou azar, videntes, que "prometem ler a sina", e curandeiros de "doenças" de amor são as ofertas da feira.

Uma sessão de declamação de poesia erótica, por Rui Unas e Luís Graça, seguida da sensualidade e do "glamour" das músicas do projecto português La Vie en Rose, que explora um encontro entre as culturas francesa, portuguesa e brasileira, vão marcar a primeira "noite de amor".

Um "show transformista" com o actor cómico brasileiro Gilberto Costa, também conhecido como "Bang Bang Ladesh", o travesti português "Linda Xennon" e o britânico "Armani D`Vyne" e uma Festa Afrodisíaca são as outras ofertas da primeira noite.

A peça "As vampiras Lésbicas de Sodoma", pela Companhia de Teatro do Chiado, um espectáculo de homenagem ao compositor brasileiro Vinicius de Moraes, e o concerto do fadista Rouxinol Faduncho, a personagem criada pelo actor Marco Horácio, prometem "amor com humor" na segunda noite do festival.

O espectáculo cómico "É Por Aqui...", também pela Companhia de Teatro do Chiado, a sessão de curtas-metragens "Paris, Je T`aime", com a exibição de uma colectânea de pequenas histórias de amor, são algumas das ofertas do último dia do evento.

A propósito do Festival do Amor, a livraria 100 Luz vai lançar, dia 29, uma reedição das "Cartas de Mariana Alcoforado", que, segundo Vítor Silva, "há muito que estão esgotadas".

"O Amor Pelos Outros", uma colectiva de artes plásticas cujo valor arrecadado com a venda das obras irá reverter a favor de instituições de caridade, e uma exposição de quadros inspirados em Mariana Alcoforado, do pintor Leonel Borrela, são as mostras que vão estar patentes ao público durante o festival.

As "Jornadas do Amor", com conversas sobre assuntos relacionados com a temática, sessões de contos, um espectáculo de dança do ventre, oficinas de escrita erótica e comida afrodisíaca, ateliers de reiki, reflexologia e massagens, sessões de yoga e de "meditação pelo amor incondicional", são outras ofertas do festival.

Inspiradora de poetas, romancistas e pintores, Mariana Alcoforado, a religiosa da Ordem de Santa Clara, do Convento da Conceição de Beja, nasceu, viveu e apaixonou-se na cidade pelo cavaleiro francês Noël Bouton, Marquês de Chamilly.

A mítica freira ficou imortalizada pelas célebres cinco cartas de amor - "Cartas Portuguesas" - dirigidas ao cavaleiro e que são o testemunho da sua paixão não correspondida, que perdura no tempo e tem despertado o interesse de todo o mundo.

Desde a primeira edição, datada de 04 de Janeiro de 1669, com o título "Lettres Portugaises Traduites en François", até hoje, sucederam-se centenas de edições das cartas em diferentes idiomas, além de poemas, peças de teatro, filmes e outras obras de interpretação plástica e musicais inspiradas no imaginário romântico de Mariana Alcoforado

terça-feira, setembro 18, 2007

JARDIM DO PADRÃO EM CASTRO, EM DIA DE SETE SÓIS

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O BARRACÃO INSTALADO PARA RESTAURANTE, O ESPAÇO ONDE ACTUOU O CIRCO, MAIS À FRENTE ONDE ACTUARAM OS GRUPOS E AO FUNDO A INSTALAÇÃO FOTOGRÁFICA DOS "BURROS"

a Vila mudou de aparência durante os dias do Festival, desde a Basilica Real até à Igreja dos Remédios as instalações aí colocadas modificaram a sua fisionomia.

O nosse blog como prometido vai publicar uma crónica com images de todos os eventos.
Devido à morosidade dos downloads só está previsto a sua publicação dentro de 2 , 3 dias.

preliminaries

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Num tribunal de uma pequena cidade, o advogado de
acusação chamou a sua primeira testemunha; uma
avó de idade avançada.
Aproximou-se da testemunha e perguntou:
- D. Ermelinda, a senhora conhece-me?
-
Claro. Conheço-te desde pequenino e francamente,
desiludiste-me. Mentes descaradamente, enganas a
tua mulher, manipulas as pessoas e falas mal delas
pelas costas. Julgas que és uma grande
personalidade quando não tens sequer inteligência
suficiente para ser varredor. É claro que te conheço.
O advogado ficou branco, sem saber que fazer.
Depois de pensar um pouco, apontou para o outro

extremo da sala e perguntou:
- D. Ermelinda, conhece o defensor oficioso?
- Claro que sim. Também o conheço desde a infância.
É frouxo, tem problemas com a bebida, não consegue
ter uma relação normal com ninguém e na qualidade
de advogado, bem... é um dos piores que já vi. Não
me esqueço também de referir que engana a mulher
com três mulheres diferentes, uma das quais,
curiosamente, é a tua própria mulher. Sim, também o
conheço. E muito bem.
O defensor, ficou em estado de choque.
Então, o Juiz pediu a ambos os advogados que se
aproximassem do estrado e com uma voz muito
ténue diz-lhes:
- Se algum dos dois perguntar à puta da velha se me
conhece, juro-vos que vão todos presos.

sábado, setembro 15, 2007

LANÇAMENTO DO DVD " BALDÃO NA FEIRA DE CASTRO

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Como havia já noticiado,aconteceu ontem no Forum Municipal de Castro Verde o lançamento do DVD "BALDÃO NA FEIRA DE CASTRO", inserido na programação PATRIMONIO da Rádio Castrense.
O Salão do Forum estava repleto.
Tudo começou com o visionemento do DVD.
O vídeo ontem imagens colhidas na sessão do Baldão da Feira de Castro de 2006, no Restauranteb Solposto



Mas não foi só.
A produção e realização estão excelentes e as imagens do baldão são sempre acompanhadas de flashes da vida de Castro Verde, muitos deles captadas de helicóptero.
A vida fica ainda mais bonita vista do ar.
"Que sorte têem os pássaros"
dir-me-ia o Zé Francisco ,a meu lado.

Após a exibição , deu-se início a uma sessão de baldão.


Catorze cantadores, acompanhados por 2 tocadores de viola campaniça avançaram para uma mesa posta para eles, e, transmitida em directo pela Rádio Castrense, iniciaram uma sessão de baldão , do melhor que se tem ouvido.

sexta-feira, setembro 14, 2007

OS SETE SÓIS nas ruas de CASTRO VERDE

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Castro Verde está em festa, as ruas da zona histórica, desde a Igreja dos Remédios ate à Basilica Real, mostram uma exposição fotográfica invulgar do fotógrafo OLIVIERI TOSCANI, ´-os burros -.


O nosso blog publicará nos próximos dias crónicas sobre os imúmeros eventos que estão a agitar estes dias da vila, intregrados no programa do Festival

quarta-feira, setembro 12, 2007

CASTRO VERDE em dia de mercado mensal

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1º.dia dos SETE SÓIS

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E PRONTO É JÁ AMANHÃ
O PRIMEIRO DIA DO
SETE SÓIS.

É já esta quinta-feira, 13 de SETEMBRO, que arranca mais uma edição da PLANÍCIE MEDITERRÂNICA 2007.

O primeiro dia do festival é marcado pela apresentação de duas edições: pelas 18h00, no Café Mediterrânico, tem lugar a apresentação do livro e a abertura da exposição "CIDADES DA ÁGUA"; pelas 21h30, o Fórum Municipal recebe a apresentação do DVD "BALDÃO NA FEIRA DE CASTRO" e ainda um encontro de cante ao baldão, integrado np Programa "PATRIMÓNIO" da Rádio Castrense

segunda-feira, setembro 10, 2007

ainda nos SETE SÓIS,, vamos ter OLIVIERO TOSCANI

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Em Castro Verde, integrado no Festival Sete Sóis ,Sete Luas, vamos poder apreciar os trablhos de OLIVIERO TOSCANI.

Oliviero Toscani
Para quem não saiba, Oliviero Toscani (n. 1942) é um famoso publicitário italiano, autor dos célebres e polémicos outdoors da Benetton. «Ciao Mamma» é o título de um seu livro de carácter autobiográfico, onde poderemos seguir o riquíssimo itinerário intelectual do autor, mas onde também poderemos seguir um fio condutor unitário que exprime, das mais diversas formas, o conceito do artista-publicitário sobre o discurso da publicidade (Toscani, 1995). Discurso de altíssima actualidade e relevância, visto o universo sem limites em que intervém e os gigantescos recursos nele investidos. Por exemplo, na FIAT: todos os anos este grupo gasta cerca de 110 milhões de contos em publicidade. Ou na própria Itália: a despesa em publicidade, neste país, é igual à despesa para a investigação industrial, maior do que os investimentos estatais destinados à educação, infinitamente superior aos investimentos na saúde pública. Ou então: empresas há que gastam quase mais em publicidade do que na actividade empresarial própriamente dita. Mais: 80 por cento da facturação publicitária diz respeito a poucos sectores de largo consumo, com o objectivo de produzir quase sempre sugestões de carácter artificial ou ilusório em vez de informações úteis e verdadeiras

Em Castro, vamos vêr trabalhos seus sob o tema: OS BURROS


OS BURROSW, TEMA CHAVE DO FOTOGRAFO OLIVIERI TOSCANI

preliminares

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Quando você for prestar depoimento em um Tribunal, tente ter o
tirocínio deste policia. Ele estava sendo interrogado, e o advogado de
defesa tentava abalar sua credibilidade:

Advogado: - Você viu meu cliente fugir da cena do crime ?
Policia: - Não senhor. Mas eu observei logo em seguida um elemento
com a descrição do criminoso correndo a algumas quadras de distância.

A: - E quem forneceu a descrição do criminoso ?

P: - O policia que chegou primeiro no local do crime.

A: - Um colega policia forneceu as características do suposto
criminoso. Você confia nos seus colegas policias ?

P: - Sim senhor. Confio a minha vida.

A: - A sua vida ? Deixe-me fazer uma pergunta. Na sua delegacia tem
um vestiário onde vocês trocam de roupa antes de sair para trabalhar ?

P: - Sim senhor, temos um vestiário.

A: - E vocês trancam a porta com chaves ?

P: - Sim senhor, nós trancamos.

A: - E o seu armário, também tranca com cadeado ?

P: - Sim senhor, eu tranco.

A: - Por que então policia você tranca seu armário, se quem divide
o vestiário com você é o mesmo colega a quem você confia sua vida ?

P: - Veja bem doutor, nós estamos dividindo o prédio com o Tribunal
de Justiça, e algumas vezes nós vemos advogados andando perto do vestiário.

sábado, setembro 08, 2007

LA GIALETTA nos Sete Sóis ,Sete Luas

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Aproxima-se o Sete Sóis e continuamos a divulgar quem vem dar qualidade a este evento que cada ano vai tendo maior aderência, vai ganhando maior tradição

LA GIALLETTA é um colectivo multinacional do sul da Europa que reúne as bascas

TTUKUNAK,MAIKA e SARA GOMEZ,irmãs gémeas que tocam a típica repercusão basca,a txalaparta os italianos MIMMO EPIFANI (bandolim) e ERASMO TRENGLIA

(violino),importante violinista da tradição da músia popular italiana e o português

JOSÉ BARROS (do grupo NAVEGANTE).


MIMMO EPIFANI

Eles juntam-se neste colectivo para nos oferecerem um espectáculo original que não é mais do que um diálogo de culturas musicais mediterrânicas.

No final vamos todos ser convidados a degustar com eles comida pan-mediterânica preparada durante o Concerto.

Vamos lá pessoal!!!

sexta-feira, setembro 07, 2007

imagens do alentejo - ALMODÔVAR

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almodôvar , junto à Igreja matriz

festas da VIDIGUEIRA

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A ESTA HORA, OS
EXPENSIVE SOUL ,ESTÃO
A ACTUAR NAS FESTAS DA
VIDIGUEIRA


Os Expensive Soul são um grupo de rappers portugueses, embora o seu estilo de música não seja propriamente catalogável.
Eles possuem uma sonoridade que vai desde o Soul/Reggae até ao R&B/Hip-Hop.
A formação original é composta por Demo (Mc) e New Max (Mc/Produtor), naturais de Leça da Palmeira.
Estão juntos desde 1999, mas apenas em 2004 ficaram conhecidos com a edição do seu 1º album "B.I.".
Os Expensive Soul destacam-se também pelo facto de serem o primeiro grupo em Portugal de matriz hip-hop com banda ao vivo, a Jaguar Band.

começa hoje a ROMARIA À SENHORA DA COLA

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Começa hoje a ROMARIA À SENHORA DA COLA

Nesta povoação do Concelho de Ourique existe uma fortificação a que se chama o castro da Cola, que tem como centro a fortificação islâmica, sendo o parque constituído por 23 estações arqueológicas, abrangendo um espaço cronológico contínuo desde o Neolítico até à Idade Média.
Destacam-se alguns monumentos megalíticos, vestígios de povoados calcolíticos e necrópoles das idades do Bronze e do Ferro.

Destaca-se, ainda, o Santuário de Nossa Senhora da Cola, do século XVII, que celebra a Natividade de Nossa Senhora e é alvo de grande devoção popular por parte do povo do Baixo Alentejo. A sua construção veio substituir a imagem primitiva, do século XIV, existindo uma em talha dourada, do século XVII.
Existe ainda a igreja paroquial e o Hospital da Misericórdia, também do século XVII.

Abundam as manifestações populares e culturais no concelho, sendo de destacar a festa de Santa Ana, realizada a 26 de Julho, as festas tradicionais de Verão, no terceiro fim-de-semana de Agosto, o mercado mensal, que ocorre no dia 12 de cada mês, a festa de Santa Maria, realizada a 15 de Agosto, e a festa de Nossa Senhora da Cola, cuja principal romaria se realiza a 7 e 8 de Setembro, embora no mês de Maio também se efectuem diversas manifestações religiosas, mas sem data fixa. A sua capela, além de ser muito concorrida por peregrinos, tem a atracção arqueológica do Castro da Cola, e é à volta dela que se deenrola a festa que tem hoje inicio, e atrai muita gente.

quinta-feira, setembro 06, 2007

NOITES AO RELENTO

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As noites ao relento vêm agitando a Vila de Castro Verde este Verão.

No ultimo dia do mês de Agosto o nosso blog este presente e vai contar e mostrar como foi

A Praça da Republica encheu-se uma vez mais, desta vez para assistir à
actuação do Grupo de Acordeonistas de São Braz de Alportel.

Este grupo de Acordeonistas de São Brás de Alportel nasceu a 12 de
Março de 2004, constituído por 3 dezenas de jovens. O grupo surgiu no
seio da Escola de Música da Paróquia de São Brás, pela mão do seu
fundador, o Prior José da Cunha Duarte, onde existira inicialmente um
grupo de melódicas da Escola de Música.
Durante os seus primeiros anos de existência, o Grupo participou em
inúmeras iniciativas em todo a região, levando o Acordeão e a música
tradicional Portuguesa, em particular a música Algarvia, de Norte a
Sul do País. O Grupo ultrapassou fronteiras e actuou em Tânger, em
Marrocos, levando a terras do Norte de África os acordes da música
algarvia.Em 1992, o professor e acordeonista Júlio Pereira deu
continuidade ao trabalho do seu fundador, orientando e dirigindo o
Grupo. Ao longo dos anos, o Grupo sofreu várias alterações, recebeu
novos elementos, sendo preocupação constante a renovação do grupo e do
reportório.
Actualmente renovado, o Grupo conta com 23 elementos, na sua maioria
jovens, que tocam acordeão, guitarra e instrumentos de percussão
acompanhados por vozes. Do seu reportório, fazem parte corridinhos,
bailes de roda, marchas, fados corridos e outras músicas tradicionais
de praticamente todas as regiões do país.

E foi tudo isto que ao longo do nosso serão "ao relento" estes jovens
nos ofereceram .

Começaram por um corridinho do seu Algarve, a falar do Cabo de São
Vicente, a que se seguiu um "baile de roda" bem mexido e participado
com palmas pela plateia.
"Oh Algarve, oh Algarve".
e o "Corridinho de Faro"

Com "Laurindinha"...vem à janela vêr teu amôr, que ele vai pra guerra,
o grupo seduziu de vez a Praça.

Óh Laurindinha, vem à janela (bis)
Ver o teu amor, que ele vai p'rá guerra (bis)

Se ele vai p'rá guerra, deixái-o ir (bis)
Ele é rapaz novo, torna a vir (bis)

Ele torna a vir, se Deus quizer (bis)
Ainda vem a tempo, de arranjar mulher (bis


Ouviu-se ainda uma chula (Chapáu preto) e uma moda do Ribatejo.
Mas o que mais agitou a Praça, foi mesmo quando o grupo anunciou duas
modas alentejanas, convidando para o palco, os presentes que
quisessem cantar com eles, "OH RAMA Ó QUE LINDA RAMA" e "O PASSARINHO"

A principio os apelos não foram atendidos, depois, um pouco a medo, lá
foram aparecendo alguns, sobretudo algumas mais afoitas que
participaram no espectáculo.


PEQUENO SKETCH DA INTERPRETAÇÃO DA ALENTEJANA "OH RAMA OH QUE LINDA RAMA" VENDO-SE AO CENTRO ALGUMAS DAS VOLUNTÁRIAS QUE OUSARAM SUBIR AO PALCO

Tudo acabou com alguns pares a riscarem o chão da Praça , dançando
alegremente ao som da música do jovem grupo que nos veio de São Braz
de Alportel

DANÇOU-SE ALEGREMENTE NA PRAÇA DA REPÚBLICA, EM CASTRO VERDE

quarta-feira, setembro 05, 2007

SETE SÓIS, SETE LUAS

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ESPAÇOS DA PLANÍCIE MEDITERRÂNICA 2007
Porque nem só de música se faz a Planície Mediterrânica, de 13 a 16 de Setembro, pode também visitar espaços como o Restaurante Mediterrâneo, onde a cozinha tradicional alentejana se encontra com a marroquina; o Café Mediterrânico, um espaço de lazer com música ambiente, que servirá doçaria tradicional, chá verde e café; ou a Feira da Música de Tradição, entre muitos outros. Espaços da Planície:

Restaurante Mediterrâneo
Cozinha Alentejana e Marroquina
Jardim do Padrão
Horário: abertura 6ª feira 18h30 Sáb Dom 12h00

Café Mediterrâneo
Cafetaria e apresentação de edições
Casa Faleiro – Praça do Município
Horário: 6ª feira 18h30 / 21h30 - Sáb Dom 10h00 / 21h30

Feira da Música de Tradição
Venda de CDs e de livros temáticos
Rua D. Afonso I
Horário: 6ª feira 18h30 / 21h30 - Sáb Dom 10h00 / 21h30

Tenda Marroquina
Bailes de Tradição / Espaço de Lazer
Largo do Padrão

Anfiteatro Municipal
Concertos, Espectáculo de Circo

Rua D. Afonso I
Exposição de Olivero Toscani
Instalação de Residência Artística

Galeria Municipal
Exposição de Fotografia “My Jerusalém”
de Rui Tremoceiro
Horário: 6ª feira 18h30 / 23h00 - Sáb Dom 10h00 / 23h00

Fórum Municipal
Oficinas de Dança

*Outros locais a visitar durante a Planície:
Museu da Lucerna
Basílica Real e Tesouro
Moinho de Vento
Igreja dos Remédios
CEA do Vale Gonçalinho

fonte: site d Câmara Municipal de Castro Verde

terça-feira, setembro 04, 2007

Provérbios de Setembro

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Agosto tem a culpa, e Setembro leva a fruta.
Em Setembro, ardem os montes e secam as fontes.
Setembro, ou seca as fontes ou leva as pontes.
Nuvens em Setembro: chuva em Novembro e neve em Dezembro.
Em Setembro, planta, colhe e cava, que é mês para tudo.
Lua Nova setembrina sete vezes domina.
Se por acaso em Setembro a cigarra cantar, não compres trigo para o vires a guardar.
Para que o ano não vá mal, hão-de encher os rios três vezes entre S. Mateus e o Natal.
Pelo S. Mateus, pega nos bois e lavra com Deus.
Setembro, cara de poucos amigos e manhã de figos.
Setembro molhado, figo estragado.
Setembro que enche o celeiro dá triunfo ao rendeiro.
Pelo S. Mateus não peças chuva a Deus.
Águas verdadeiras, por S. Mateus as primeiras.
No S. Mateus vindimam os sisudos e semeiam os sandeus.
Agosto madura, Setembro vindima.

segunda-feira, setembro 03, 2007

CAFÉ AMAN , nos SETE SÓIS, SETE LUAS

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CONTINUAMOS A DIVULGAR
QUEM VAI ESTAR EM CASTRO
VERDE, NOS SETE SOIS,
SETE LUAS.

CAFÉ AMAN 8
Café Aman (Turquia/Grécia) 6 músicos em palco
O nome do grupo inspira-se nos famosos cafés-aman dos XIX e XX de Smyrne, Atenas e Pireo, onde se tocava o rebetiko, música popular urbana daquela época.
O grupo apresenta um belíssimo e animado concerto dedicado às músicas da Ásia Menor, influenciadas pelas culturas musicais dos Gregos, Turcos, Armenos e Judeus, presentes nas grandes cidades da região, como Istambul e Smyrne.
A virtuosidade instrumental e vocal, aliada à diversidade estilística musical apresentada por “Café Aman”, é a característica mais típica de um repertório que na história musical é recordado como o “canto popular urbano de Smyrne” (“Smyrneiko tragoudi”).

domingo, setembro 02, 2007

preliminares

RECEITA PARA UM CASAL NUNCA BRIGAR!

Um casal foi entrevistado num programa de TV porque estava casado
há 50 anos e nunca tinha discutido.
O repórter, curioso, pergunta ao homem:
- Mas vocês nunca discutiram mesmo?
- Não.
- Como é possível isso acontecer?
- Bem, quando nos casamos, a minha esposa tinha uma gatinha de
estimação que amava muito. Era a criatura que ela mais amava na vida.
No dia do nosso casamento, fomos para a lua-de-mel e minha esposa
fez questão de levar a gatinha.
Andamos, passeamos, nos divertimos e a gatinha sempre conosco, mas
certo dia a gatinha mordeu minha esposa.
A minha esposa olhou bem para a gatinha e disse:
"- Um."
Algum tempo depois a danada da gatinha mordeu minha esposa novamente.
A minha esposa olhou para a gatinha e disse:
"- Dois."
Na terceira vez que a gatinha mordeu, minha esposa sacou uma
espingarda e deu uns cinco tiros na bichinha.
Eu fiquei apavorado e perguntei:
- "Sua ignorante desalmada, porque que fizeste uma coisa dessas, mulher!
A minha esposa olhou para mim e disse:
"- Um."
Depois disso, nunca mais discutimos.

sexta-feira, agosto 31, 2007

Hoje , 31, em Castro Verde há NOITES AO RELENTO

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NOITES AO RELENTO

NA PRAÇA DA REPUBLICA, ÀS 21,30, estará o GRUPO DE ACORDEONISTAS DE SÃO BRÁS DE ALPORTEL.

A noite vai estar boa, todos à Praça da Republica, o nosso blog vai lá estar em reportagem.